Observe a planta de Belo Horizonte e o trecho de Yonne Grossi sobre a construção da cidade:

“A natureza unitária e geométrica desse espaço, tramado pela moderna racionalidade positivista da época, explicita o regime, legitimando o Estado de Minas que, por sua vez, se corporifica na Liberdade. A ordem simbólica efetivará a síntese das instâncias política e econômica, através daquela topografia imaginária, cuja proposta parece extrapolar o visível e imediato da proposta urbanística.” GROSSI, Yonne de Souza. Belo Horizonte: qual pólis. In: Cadernos de História. Belo Horizonte: PUC Minas, out./1997. p.p. 12-24 (V.2/N.3).
As lembranças do passado são construídas e reconstruídas, definidas e re-definidas e cristalizadas no Patrimônio Cultural de uma sociedade. A lembrança, muito tempo depois, é trabalhada como memória. A imagem e o trecho acima dizem respeito à cidade de Belo Horizonte como monumento e podemos afirmar CORRETAMENTE que: