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Traumas de guerra na antiguidade e práticas de cura moral
A guerra mais antiga registrada na história ocorreu na Mesopotâmia em 2700 a.C., entre as civilizações da Suméria e de Elam, há muito tempo desaparecidas. E, apesar de períodos ocasionais de relativa paz, como no início do século XXI, a guerra tem pairado sobre nossa espécie desde então.
Como era de se esperar, nossos ancestrais não estavam imunes aos efeitos psicológicos de toda essa matança, assim como não estamos hoje. Na ausência de tratamentos modernos, muitas sociedades antigas desenvolveram seus próprios métodos engenhosos para lidar com o trauma — desde justificativas religiosas até rituais de purificação. Há penitências específicas para cada circunstância: se os soldados cometeram estupro, mataram alguém, infligiram um ferimento ou não sabiam quantas pessoas haviam matado.
Atualmente, acredita-se que a penitência pode ter sido uma tentativa de absolver os soldados do dano moral — as consequências angustiantes de agir de uma forma que vai contra seus valores morais. "Está claro que os combatentes sabiam que o trauma era uma possibilidade", diz Kathryn Hurlock, professora de história na Universidade de Manchester, no Reino Unido.
As batalhas envolviam principalmente combates corpo a corpo, um estilo de luta sanguinário que causava ferimentos horríveis e, às vezes, milhares de mortes em um único dia.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr54d31g73mo. Adaptado)
O texto menciona que as sociedades antigas desenvolveram métodos próprios para lidar com os efeitos psicológicos da guerra. Sobre esses métodos, qual alternativa descreve corretamente uma de suas finalidades principais?
Os métodos de purificação nas antigas civilizações eliminavam o trauma psicológico dos soldados, devolvendo-lhes a sanidade rapidamente.
O uso de justificativas religiosas visava eliminar a possibilidade de trauma, assegurando aos soldados que estavam em conformidade com a moral da época.
As penitências religiosas eram aplicadas para manter o controle moral dos líderes sobre os combatentes e assegurar obediência incondicional nas guerras.
As penitências aplicadas aos soldados pretendiam mitigar o dano moral causado por atos de guerra que contrariavam os valores pessoais dos combatentes, proporcionando-lhes algum alívio emocional e psicológico.
Grécia Antiga: peças de teatro imersivas
O dramaturgo e veterano militar Ésquilo escreveu cerca de noventa peças de teatro, embora apenas sete tenham sobrevivido — muitas das quais descrevem as consequências de conflitos de guerras, inclusive os traumas psicológicos. Na verdade, Ésquilo era conhecido como soldado. Após sua morte, o epitáfio em seu túmulo não mencionava seu trabalho como dramaturgo, mas destacava sua bravura no campo de batalha.
Peter Meineck, professor na Universidade de Nova York, nos EUA, acredita que os gregos antigos usavam peças de teatro dramáticas como forma de catarse, o que ajudava os veteranos a processar essas experiências.
Há uma longa tradição de considerar o poema épico Odisseia, escrito por Homero, como um livro sobre o estresse de combate.
As peças de Ésquilo são atípicas, porque ele não dramatizava só acontecimentos distantes ou mitológicos. Em "Os Persas", ele escreve sobre o que aconteceu após a Batalha de Salamina, em 480 a.C., na qual ele lutou. "Ele realmente demonstra empatia pelo inimigo", observa Meineck.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr54d31g73mo. Adaptado)
A análise do papel das peças de Ésquilo para os veteranos gregos, segundo Peter Meineck, sugere que o teatro:
Era utilizado principalmente para exaltar os feitos heroicos dos soldados, ignorando aspectos mais humanos ou emocionais dos conflitos.
Representava exclusivamente histórias mitológicas, sendo evitadas peças com temas sobre conflitos históricos.
Tinha uma função de catarse, ajudando os veteranos de guerra a processarem experiências traumáticas.
Enfatizava a desumanização do inimigo nas peças, como em *Os Persas*, cujo foco recai sobre as vitórias gregas.
Considere que um professor de História introduza o tema “O conflito atual entre a Rússia e a Ucrânia” para uma turma de ensino médio. Certamente, ele fará alusão a dois tópicos essenciais para a compreensão dessa guerra, que são:
a recusa do governo ucraniano de participar do Pacto de Varsóvia, organização militar dos países desmembrados da exUnião Soviética, e a anexação da Crimeia ucraniana e de outras províncias separatistas pela Rússia em 2014.
a aproximação diplomática e militar entre a Ucrânia e a China, que disputa com a Rússia a hegemonia geopolítica asiática, e a recente expansão armamentista da Rússia, sob o governo antiliberal de Volodymyr Zelensky.
o interesse russo no petróleo ucraniano com o objetivo de limitar sua oferta no mercado mundial, prejudicando, consequentemente, a Europa e os Estados Unidos, e impondo à Ucrânia sua permanência na Federação Russa.
o conflito anterior entre forças ucranianas e o movimento separatista pró-Rússia no leste do país e a expansão da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) para o Leste europeu, vista pela Rússia como ameaça à sua segurança nacional.
As Guerras Médicas (499-449 a.C.) foram uma série de conflitos entre as cidades-estado gregas e o Império Persa, marcadas por batalhas emblemáticas e pela defesa da liberdade e autonomia das pólis gregas. Qual das alternativas abaixo descreve corretamente um evento significativo dessas guerras e seu impacto nas estratégias militares gregas?
A Batalha de Plateia, onde o exército persa, superado em número, foi derrotado pelos atenienses usando uma nova tática de guerra relâmpago, que envolvia ataques rápidos e coordenados em pequenas unidades.
A Batalha de Maratona, onde os persas, liderados por Xerxes I, conseguiram derrotar os atenienses com táticas de cavalaria, forçando Atenas a abandonar sua defesa e buscar uma aliança com Esparta.
A Batalha de Salamina, onde a frota grega, liderada por Temístocles, utilizou o conhecimento das águas locais para atrair a frota persa para um estreito, resultando em uma vitória decisiva que enfraqueceu o poder naval persa.
A Batalha de Termópilas, onde os gregos, liderados por Leônidas, venceram os persas em uma luta corpo a corpo, forçando Xerxes a negociar um tratado de paz com as cidades-estado gregas.
[…] não havia maiores diferenças entre as tensões internacionais que levaram à Primeira Guerra Mundial e as que são subjacentes ao perigo de uma terceira, que as pessoas, nos anos 1980, ainda esperam evitar. Nunca houve, desde 1945, a mínima dúvida quanto aos principais adversários numa terceira guerra mundial: os EUA e a URSS. Mas, em 1880, as coalizões de 1914 não eram previstas. Naturalmente, alguns aliados e inimigos potenciais eram fáceis de discernir.
(Eric J. Hobsbawm, A Era dos Impérios, p. 431-432)
Hobsbawm assinala como inimigos fáceis de discernir
a Alemanha e a França, porque os alemães anexaram grandes porções francesas da Alsácia-Lorena, após sua vitória bélica em 1871.
a Grã-Bretanha e os Estados Unidos, que desde o início do século XIX disputam a hegemonia do comércio internacional.
a Alemanha e a Áustria-Hungria, porque a ação deste império atrasou bastante à conclusão do processo de unificação alemã.
a França e a Grã-Bretanha, que disputam os mesmos espaços de exploração neocolonial no Oriente, especialmente na China.
a Rússia e a França, por causa da traição francesa em não apoiar os russos na guerra contra o Império do Japão.
A Guerra dos Farrapos, também conhecida como Revolta dos Farrapos ou Revolução Farroupilha, foi uma das revoltas provinciais que aconteceram no território brasileiro durante o Período Regencial. Ela ganhou notoriedade pelo maior tempo de duração (10 anos) e, além disso, foi uma das que apresentaram maior ameaça à integridade territorial brasileira.
Organizada como um movimento da elite gaúcha, a Guerra dos Farrapos encerrou-se após a negociação de paz dos estancieiros gaúchos com o governo. Os termos da rendição ficaram conhecidos como Tratado do Poncho Verde.
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/revoluca o-farroupilha.htm
Marque a alternativa que justifique a Guerra dos Farrapos ser uma ameaça à integridade territorial brasileira.
A Província buscava maior autonomia mediante a forte concentração governamental.
A Província buscava independência sem o apoio dos escravos.
A Província criticava o governo e ofereceu a política abolicionista no Sul.
A Província buscava dominar todo território nacional.
Leia o trecho abaixo.
“Até o início da década de 1960, todos os estados estadunidenses tinham algum tipo de legislação contra a sodomia, solicitação ou importunação que atingia especificamente homossexuais. Elas eram a base para as constantes violências policiais a que estavam sujeitas as pessoas LGBTI+.”
Durante a década de 1960 nos Estados Unidos, em ambientes marcados por abusos de autoridades contra pessoas LGBTI+ como bares e boates, surgiram episódios célebres de resistência, como o ocorrido em 1969, na cidade de Nova Iorque, conhecido como
Revolta de Council.
Revolta de Black Cat Tavern.
Revolta de Stonewall.
Revolta de Greenwich Village.
A chamada “Primavera árabe” ficou caracterizada por uma inédita onda de protestos que marcou vários países árabes, a partir de dezembro de 2010. Avalie as afirmativas a seguir sobre esse evento e classifique-as em verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Os protestos e a revolta da população em vários desses países foram disseminados com a ajuda das novas tecnologias de comunicação e informação.
( ) Os protestos promoveram a queda de ditaduras e governos autoritários em países do Oriente Médio, como a Síria e a Arábia Saudita.
( ) A crise de países árabes, como a Tunísia e o Egito, não era apenas política, pois a economia desses países sofria também com o elevado desemprego.
( ) O Irã vivenciou um momento importante, quando a juventude do país saiu em protesto contra o governo após a reeleição de Ahmadinejad.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.
V, F, V. F.
V, V, F, F.
V, V, V, V.
F, V, F, C.
F, F, C, C.
Acerca da Guerra do Paraguai, julgue as frases abaixo:
I.A Guerra do Paraguai, também conhecida como Guerra da Tríplice Aliança, foi o maior conflito armado internacional da América do Sul. Envolveu o Paraguai contra a Tríplice Aliança, formada por Brasil, Argentina e Uruguai. Este conflito teve profundas repercussões na formação do Estado brasileiro, na abolição da escravatura e nos movimentos sociais subsequentes.
II.A guerra teve várias fases e foi marcada por batalhas e escaramuças. Um dos eventos mais sangrentos do conflito foi a Batalha do Capão da Traição onde um grupo de paulistas foi traído e massacrado. Este evento aumentou significativamente a hostilidade entre os grupos.
III.As tensões se intensificaram com a deposição do presidente uruguaio Atanasio Aguirre, aliado do Paraguai, pelo Brasil e pela Argentina. Em resposta, Solano López ordenou a captura do vapor brasileiro Marquês de Olinda, e posteriormente invadiu as províncias de Mato Grosso (Brasil) e Corrientes (Argentina), desencadeando a guerra em dezembro de 1864.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Apenas, I.
Apenas, II.
Apenas, I e III.
Apenas, II e III.
Assinale a afirmativa correta.
A Guerra do Contestado foi o maior conflito bélico ocorrido na América do Sul, envolvendo as tropas do Estado de Santa Catarina e mercenários paulistas que pretendiam anexar a região ao seu estado.
A Guerra do Contestado, conhecida como “Guerra dos Pelados”, envolveu uma população pobre e miserável. Foi liderada por políticos republicanos que pretendiam extinguir o governo monárquico.
Essa rebelião foi motivada pela decisão dos empreendedores, que construíram a Brazil Railway Company, de distribuir as terras que possuíam para os trabalhadores que construíram a estrada.
O monge José Maria de Santo Agostinho, enviado pelo governo central para desmobilizar os revoltosos, passou-se para o lado dos trabalhadores e atacando a cidade de Lages, promoveu um massacre dos eleitores republicanos.
A Guerra do Contestado ocorreu entre as fronteiras do Paraná e Santa Catarina. Foi um conflito sociopolítico causado pela disputa desses territórios.
Durante algum tempo vigorou a tese de que a Guerra do Paraguai (ou Guerra da Tríplice Aliança) começou pela ação direta dos ingleses, cujos interesses teriam sido prejudicados com a ascensão econômica daquele país.
Essa tese tem sido descontruída, principalmente pela obra de Alfredo da Mota Menezes – Guerra do Paraguai – como construímos o conflito. (São Paulo: Contexto; Cuiabá: ed. UFMT, 1998) que, entre outros autores, aponta, entre os fatores determinantes da guerra:
A invasão, pelas tropas brasileiras, da Província do Chaco.
A geopolítica regional e os episódios da intervenção brasileira no Uruguai.
A incorporação ao Império da Província Argentina de Corrientes.
O assassinato de Francisco de Lima e Silva (Duque de Caxias), em Assunción.
As pretensões do Conde D´Eu, genro do Imperador, de tomar a coroa do Paraguai das mãos de Solano Lopes.
A forma como a Guerra do Paraguai é percebida e nomeada reflete as diferentes perspectivas históricas e políticas entre os Paraguaios e os Brasileiros. Enquanto os Paraguaios frequentemente se referem ao conflito como a Guerra da Tríplice Aliança, destacando a aliança formada pelos países tropicais Brasil, Uruguai e Argentina; no Brasil, o termo mais comum é Guerra do Paraguai ou Guerra das Quatro Nações, evidenciando a multiplicidade de atores envolvidos no conflito. Essas distintas narrativas históricas ressaltam as complexidades e as nuances da memória coletiva e das relações diplomáticas na região.
Certo
Errado
“O ataque realizado pelo grupo palestino Hamas contra Israel no último sábado (7), deixando milhares de mortos, deu início a mais um capítulo de um conflito que se arrasta há décadas. Imediatamente, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou guerra aos agressores, mobilizando o exército do país para uma resposta. A tensão entre Israel e Palestina, que se estende há mais de 70 anos, envolve geopolítica, terras e religião.”
GANDRA, Alana e RODRIGUES, Leo. Saiba quem são os envolvidos no conflito entre Israel e Hamas. Agência Brasil. 2023. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-10/saiba-quem-sao-os-envolvidos-no-conflito-entre-israel-e-hamas
Sobre os conflitos entre Israel e palestinos, analise as alternativas e assinale a correta:
As Intifadas foram rebeliões populares realizadas pelos israelenses. A primeira Intifada aconteceu em 1987, e a segunda, no ano de 2000. Nesses levantes, a população se armou de paus e pedras e partiu para o confronto contra as tropas palestinas.
A Guerra dos seis dias ocorreu no momento em que foi instalado oficialmente o estado de Israel em 1948.
Em 1949 foi oficialmente criado o Estado da Palestina, levando algumas nações árabes a enviar tropas contra esse novo país.
Quando o Estado de Israel foi proclamado, a guerra na região começou. A primeira guerra, iniciada em 1948, ficou conhecida como Primeira Guerra Árabe-Israelense e foi resultado da não aceitação, pelos países árabes.
Em 1964, os palestinos fundaram o Hamas, que teve Yasser Arafat (1929-2004) como um de seus destacados líderes, e a partir de 1974, ano em que foi à ONU, Arafat começou a buscar apoio internacional para a formação de um Estado palestino.
Genocídio em Ruanda: como foi o massacre de 100 dias que terminou com 800 mil mortos
Em 1994, em apenas 100 dias, cerca de 800 mil pessoas foram assassinadas em Ruanda por extremistas do grupo étnico hutu. O massacre foi uma tentativa de extermínio da minoria tutsi — e estima-se que aproximadamente 70% deles tenham morrido.
O genocídio em Ruanda foi um grande massacre sua história completou trinta anos. Os hutus, apoiadas pelo governo ruandês, atacaram a minoria étnica de tutsis, resultando na morte de cerca de 800 mil pessoas, e a maioria delas foram mortas com golpes de facão.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce5e8n3dr76o
O genocídio em Ruanda foi resultado da guerra civil em curso no país que dividia as duas etnias Hutus e Tutsis, tendo suas origens no(a):
Ressentimento étnico com raízes na colonização alemã.
Ressentimento étnico com raízes na colonização inglesa.
Ressentimento étnico com raízes na colonização belga.
Ressentimento étnico com raízes na colonização portuguesa.
Ressentimento étnico com raízes na colonização francesa.
"A Guerra do Paraguai foi reflexo da consolidação das nações da Bacia Platina (Argentina, Uruguai, Brasil e Paraguai) e resultou em enorme destruição e grande saldo de mortos. Conflito de maior duração e proporção de toda a história da América do Sul, a Guerra do Paraguai foi um grande divisor de águas para todos os países envolvidos"
https://brasilescola.uol.com.br/historiab/guerra-paraguai.htm
A Guerra do Paraguai trouxe como consequência para o Brasil o:
Impacto social com ampliação das fronteiras territoriais.
Impacto político com a derrota militar.
Impacto político com a perda de território.
Impacto econômico com forte endividamento.
Impacto militar com enfraquecimento da força bélica.
“Suas origens estão ligadas à saída dos holandeses do norte do Estado do Brasil, em 1654. As ações de incentivo à povoação dos sertões da Paraíba e do Rio Grande se intensificaram por parte de seus capitães-mores com o objetivo de ocupar o espaço, prevenindo a volta dos holandeses, bem articulados com os habitantes daquelas áreas, e possível invasão de outros povos europeus, além de torná-lo rentável para a Fazenda Real, neste caso com a implementação da pecuária. Os primeiros destes confrontos ocorreram no Recôncavo Baiano, na capitania da Bahia, entre os anos de 1651 e 1679. O segundo maior conflito desta conflagração foi travada nos sertões das capitanias do Rio Grande, Paraíba e Ceará, entre os anos de 1687 e 1720. Apesar de essas duas áreas serem consideradas o palco de sangrentos acontecimentos, esses conflitos se espalharam pelos sertões do Maranhão, Piauí e Pernambuco.
(Fonte: https://www historia.uff.br/)
Esse conflito que durou quase 80 anos e resultou no extermínio das populações nativas é chamado de:
Guerra dos Emboabas.
Guerra dos Bárbaros.
Guerra dos Mascates.
Guerra Guaranítica.
A Guerra dos Trinta Anos (1618-1648) teve um impacto profundo na Europa Central, culminando com a Paz de Vestfália. Qual foi uma das principais inovações do Tratado de Vestfália no sistema internacional?
A introdução do conceito de soberania estatal, reconhecendo a igualdade jurídica entre os Estados e a não intervenção em assuntos internos.
A unificação da Europa sob um único império, eliminando as fronteiras nacionais.
O estabelecimento do direito divino dos reis como princípio fundamental das relações entre Estados.
A imposição de um sistema econômico comunista nos principais países europeus.
O Brasil enfrentou diversas crises políticas e econômicas durante a Segunda República, refletindo as mudanças no panorama global. Analise as afirmações abaixo:
1. A Revolução de 1930, que colocou Getúlio Vargas no poder, marcou o fim da Primeira República e o início de um período de centralização política e industrialização no Brasil.
2. A Grande Depressão de 1929 teve impactos profundos na economia brasileira, levando à queda dos preços do café e ao colapso das exportações, o que exigiu novas políticas de industrialização e intervenção estatal.
3. Durante o Estado Novo (1937-1945), o governo Vargas implementou reformas trabalhistas e sociais que consolidaram o poder do Estado sobre as forças econômicas e políticas do país.
4. A política de substituição de importações adotada por Vargas foi fundamental para o desenvolvimento da indústria brasileira, reduzindo a dependência das exportações agrícolas.
5. A Segunda República enfrentou diversas tentativas de golpe militar, refletindo as tensões entre as forças conservadoras e progressistas no Brasil, culminando na deposição de Vargas em 1945.
Alternativas:
Os itens 1, 3 e 4 estão corretos.
Os itens 2, 4 e 5 estão corretos.
Apenas os itens 1 e 2 estão corretos.
Apenas os itens 3 e 4 estão corretos.
Todos os itens estão corretos.
A guerra entre Irã e Iraque (1980-1988) foi um conflito motivado por rivalidades territoriais em torno da região do rio Shatt al-Arab, sem o envolvimento de potências externas.
Certo
Errado
“Eu sou pela mais rígida disciplina. Devemos impor a nós próprios a mais férrea disciplina, porque doutro modo não temos o direito de impô-la à Nação. E é só através da disciplina da Nação que a Itália poderá fazer-se sentir no concerto das outras nações. A disciplina deve ser aceita. Quando não é aceita, deve impor-se. Repudiamos o dogma democrático de que se deve agir eternamente por meio de prédicas, sermões e sermonetes de natureza mais ou menos liberal”. (Mussolini, 1935).
A mensagem do líder fascista italiano Benito Mussolini a respeito da “disciplina” nos permite inferir que, segundo ele,
a democracia deve ser a meta política, mas sempre combinada com a obediência dos subordinados.
a ordem deve ser o princípio maior da nação, o que legitimaria a perseguição contra os judeus.
a importância da Itália no quadro das nações só se firmaria através de um governo liberal e honesto.
a violência se justificaria quando utilizada contra os indisciplinados, considerados inimigos da nação.