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“A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFM-M) foi uma solução de engenharia e um problema de geografia. O problema da linha foi solucionado, mas transformou-se numa falha econômica. Hoje, as silenciosas locomotivas, os trilhos enferrujados, e as sepulturas de milhares de trabalhadores que morreram para construir a linha permanecem como símbolo do esforço do homem contra as forças da natureza. A ferrovia é também um testemunho dos sonhos desfeitos dos ingleses e dos empresários americanos que pensavam que a estrada de ferro poderia dar lucro.”
(COOPER, Martin – História Viva, coleção Caminhos do Trem).
Em relação à Estrada Madeira-Mamoré é correto afirmar que:
os primeiros quilômetros da construção, realizados no Estado do Acre, possibilitaram ao coronel George Church, sentir a real condição do empreendimento na FlorestaAmazônica.
devido ao total controle das doenças tropicais como especialmente a malária, o projeto da estrada conseguiu cumprir todos os prazos determinados pelas três empresas inglesas.
após falência dos ingleses, Farquhar (norte americano), assume as obras da estrada, construindo na cidade de Porto Velho hospitais e residências seguras para os seus funcionários, minimizando assim a grande mortalidade dos trabalhadores.
a Estrada Madeira-Mamoré foi construída no século XIX, no auge do ciclo do cacau e da borracha na Amazônia, levando para a América do Norte e a Europa parte do lucro obtido pelo extrativismo.
o objetivo da Estrada foi proporcionar melhores condições de vida ao povo da Floresta Amazônica, principalmente à população do Estado de Rondônia.
A encomenda de plataformas marítimas pela PETROBRAS, além de repercutir na economia gaúcha ao gerar empregos indiretos, consolidou o Polo Naval localizado no norte do RS.
“Na região Norte, o fluxo migratório foi realizado através da incorporação das terras indígenas à dinâmica do capital. Essa incorporação não levou em consideração os povos indígenas, que perderam suas áreas para o comércio de terras. Isto ocasionou conflitos pela exploração das madeiras nobres e diamantes. Por trás, grandes empresários, estrangeiros, políticos e os próprios índios. Uma hegemonia humana que financia os lucros para uma elite, que sempre envolveu os povos indígenas, induzindo-os a “emprestarem” suas terras ricas em jazidas de minério. No início de 2004, a imprensa local e nacional registrou um agravamento da situação na reserva indígena Roosevelt. Essa reserva, nos últimos anos, tem-se tornado palco de sangrentos conflitos, causando a morte de vários garimpeiros, assassinados por índios Cinta Larga. Nessa “sangrenta guerra”, Rondônia está desolada.”
(ABREU, Cristiane de et.al.- Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná - Ceulji/Ulbra)
De acordo com o texto anterior é correto afirmar que as causas dos conflitos envolvendo os índios em Rondônia são:
projetos de mineração de platina e estanho além de constantes conflitos com garimpeiros.
cortes de suas terras por rodovias e exploração, por parte de madeireiros, de eucalipto.
invasão de suas terras por agropecuaristas e o aumento da área de produção de milho na região.
empresas de mineração e garimpeiros que ocupam parte das terras para exploração.
retirada de madeiras nobres por madeireiras e o avanço de técnicas agrícolas de fruticultura.
A cidade foi fundada por volta de 1750, sendo uma das mais antigas do estado do Tocantins. Seu primeiro aldeamento recebeu o nome de “São Francisco Xavier do Duro”. Em 26 de agosto de 1884 a Vila de São José do Duro foi elevada a categoria de cidade pela Lei Provincial nº 723, de 26/08/1884. O texto acima refere-se à cidade de:
Chapada de Natividade
Natividade
Porto Nacional
Dianópolis
Monte do Carmo
Rondônia polariza a atenção de interesses nacionais e estrangeiros. Isso se dá em virtude da(o):
grande quantidade de Cassiterita, ouro, madeira, etc, encontradas na região.
cultura regional, herança dos indígenas da região, que sempre foram respeitados e valorizados em suas individualidades.
ocorrência de gigantescas jazidas minerais que permitem investimentos no campo da siderurgia.
instalação de modernos laboratórios científicos em Cacoal, com objetivo de planejar uma rápida industrialização para o Estado de Rondônia.
esforço do governo brasileiro em instalar e desenvolver universidades públicas, incentivando o desenvolvimento da região.