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As novas condições de vida criadas pela economia produtora modificaram profundamente a vida humana. Sobre a importância das realizações humanas nesse período, Lévi-Strauss afirmou que “dependemos ainda [hoje] das imensas descobertas que marcaram o que se denomina, sem qualquer exagero, de revolução: a agricultura, a criação, a cerâmica, a tecelagem... A todas essas artes da civilização, nestes oito ou dez mil anos, temos dado apenas aperfeiçoamentos”.
(STRAUSS, Lévi-. Raça e ciência. São Paulo: Perspectiva, 1970. p. 255.)
Levi-Strauss chama de revolucionário o período:
Idade do Ferro.
Neolítico.
Paleolítico.
Idade do Bronze.
Observe a charge a seguir.

Ela representa a política externa dos EUA na época
Acerca das principais transformações agrárias vivenciadas pela Inglaterra no período da transição feudocapitalista, marque com a letra C (correta) ou com a letra I (incorreta) cada uma das afirmativas.
( ) A venda das terras da Igreja Católica, confiscadas pelo rei Henrique VIII, contribuiu para a expansão da agricultura comercial inglesa.
( ) Os cercamentos “liberaram” mão de obra para outros setores da economia, além de fornecerem um mecanismo de acúmulo de capital que foi reinvestido no campo e em outras áreas.
( ) Os cercamentos transformaram a Inglaterra em um grande importador de alimentos, pois ocorreu um retrocesso produtivo na agricultura.
( ) A propriedade da terra na Inglaterra permaneceu, até a época da Revolução Industrial, limitada ao monopólio da aristocracia que manteve a produção em bases feudais.
A sequência CORRETA é
C, C, I, I.
I, I, C, C.
C, I, C, I.
I, C, I, C.
o 1º: Status de selvageria atribuído à África Setentrional em que se produzia pouca cultura e história; 2º: Uma definição pouco clara entre europeus e africanos e também a justificativa de uma indiferença que havia entre os próprios africanos; 3º: O africano da África subsaariana como sujeito com vontade racional e na África Setentrional os africanos eram racionais, porém não eram católicos.
o 1º: Status de selvageria atribuído à África Setentrional em que se produzia mais escravos; 2º Uma definição pouco clara entre africanos brancos e africanos negros, que por sua vez justificava a barbárie de um africano para com o outro; 3º O africano da África subsaariana ou de qualquer outro ponto da África, eram racionais somente entre si, no entanto não eram católicos.
o 1º: Relevância onde houvesse mais aquisição de escravos; 2º: A força e resistência para o trabalho entre africanos brancos e africanos negros, pois a renda per capita favorecia a produção europeia; 3º: Pontos em que houvesse mais submissão por parte dos africanos para com os europeus.
o 1º: Status de selvageria atribuído à África em que a natureza é predominante e não se produzia cultura e história; 2º: Uma distinção clara entre europeus e africanos e também a diferença que havia entre os próprios africanos; 3º: O africano da África subsaariana como sujeito sem vontade racional.
O período entre guerras foi uma época de radicalização política e de instalação de regimes autoritários na Europa e na América. Sobre o ensino do tópico a Revolução de 1930, Estado e industrialização: os avanços e recuos da cidadania: extensão dos direitos sociais versus cerceamento dos direitos políticos e civis, de acordo com as orientações pedagógicas da Secretaria de Educação de Minas Gerais, assinale a alternativa incorreta.
É preciso abordar as condições econômicas da Europa pós-guerra, o nacionalismo e revanchismo dos alemães e italianos, o crescimento do nazifascismo, via organização partidária e da propaganda, na Alemanha e na Itália.
A Revolução de 1930 no Brasil marca uma ruptura com a antiga política de domínio de uma burguesia comercial que dominava o país.
São aspectos importantes, do período, a serem relacionados: a república velha, o domínio das oligarquias rurais e o clientelismo, a revolução russa, o movimento anarquista, a Semana da Arte de 1922, a Coluna Prestes, a crise de 1929 e suas repercussões na economia brasileira e o tenentismo.
O movimento de 30 tornou-se um marco político importante inaugurando algumas reformas no campo econômico e social e a emergência de um Estado forte preocupado em regulamentar as relações de trabalho, incentivar o desenvolvimento das indústrias, sem contudo alterar a estrutura agrária baseada no latifúndio.