Questões de Concurso sobre Período Entre-Guerras: Totalitarismos

 
 
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Os regimes totalitários do século XX, como o nazismo e o fascismo, compartilhavam características como o forte controle estatal sobre a sociedade, a repressão política e a expansão de ideologias nacionalistas e militaristas.


C

Certo


E

Errado

Os regimes totalitários que emergiram na Europa durante o século XX, particularmente o nazismo alemão e o fascismo italiano, compartilhavam características políticas e ideológicas comuns. Assinale a característica que define essencialmente esses regimes:


A

Defesa do liberalismo econômico e da democracia representativa.


B

Promoção do pluripartidarismo e da alternância democrática no poder.


C

Valorização do internacionalismo e da cooperação entre nações.


D

Descentralização do poder político e fortalecimento das autonomias regionais.


E

Restrição das liberdades individuais em prol de um Estado onipotente e nacionalista.

"Nos países totalitários, a propaganda e o terror parecem ser duas faces da mesma moeda. Isso, porém, só é verdadeiro em parte. Quando o totalitarismo detém o controle absoluto, substitui a propaganda pela doutrinação e emprega a violência não mais para assustar o povo (o que só é feito nos estágios iniciais, quando ainda existe a oposição política), mas para dar realidade às suas doutrinas ideológicas e às suas mentiras utilitárias" (Arendt, 2012, p. 390).


O que torna específico o totalitarismo na perspectiva arendtiana?


A

O uso do terror como meio de extermínio e amedrontamento apenas dos oponentes.


B

O uso do terror como instrumento corriqueiro para governar todos os indivíduos.


C

O exercício do poder baseado exclusivamente nos instrumentos de violência.


D

O exercício do poder pensado como negação da liberdade.


E

O uso da burocracia totalitária sem interferência na vida interior dos governados.

“O totalitarismo não é um conceito neutro nem atemporal: ele nasceu emum contexto histórico preciso, foi moldado pelas lutas ideológicas do pós-guerra e desempenhou um papel central nas batalhas de memória e de interpretação do século XX.”


TRAVERSO, Enzo. A história como campo de batalha. Belo Horizonte: Autêntica, 2016.


Em "A história como campo de batalha" (2016), Enzo Traverso problematiza o conceito de totalitarismo, destacando que sua formulação e seus usos não podem ser dissociados das disputas políticas, intelectuais e culturais do século XX, particularmente no contexto do pós-guerra e da Guerra Fria.


Com base no texto acima, analise as afirmativas a seguir:


I.O conceito de totalitarismo deve ser compreendido como construção histórica, marcada por usos políticos e disputas ideológicas.

II. A categoria de totalitarismo possui caráter universal e descritivo, aplicável de forma neutra a diferentes regimes políticos.

III.As disputas em torno do conceito de totalitarismo revelam conflitos de memória e projetos políticos no século XX.

IV. A crítica de Traverso implica a rejeição do conceito de totalitarismo pela historiografia contemporânea.


Está CORRETO o que se afirma em:


A

Apenas I e III.


B

Apenas II e IV.


C

Apenas I, II e III.


D

Apenas I, III e IV.


E

I, II, III e IV.

Um professor de História desenvolveu com seus estudantes uma sequência didática sobre o nazismo alemão, na qual demonstrou como essa ideologia política se utilizou amplamente dos mais modernos meios tecnológicos da época (a fotografia, o rádio, o cinema) para persuadir e seduzir a população alemã, a ponto de convencê-la a matar e morrer numa guerra pela defesa da “pátria” e da “raça ariana”, submetida a um líder autoritário e inquestionável.


Pautados por essa compreensão, os estudantes devem analisar duas imagens retiradas de um clássico filme documentário produzido pelos nazistas como propaganda de sua ideologia:


Figura 1

Imagem associada para resolução da questão


Figura 2

Imagem associada para resolução da questão


Fonte O triunfo da vontade, filme em longa metragem dirigido por Leni Riefenstahl. Alemanha, 1935.


Diante de tal análise, e considerando o conhecimento pedagógico do conteúdo, deve-se destacar nessas duas imagens:


I. O caráter antigo das imagens em preto e branco mostrando as condições de produção da época e que ambas apresentam o povo e os soldados unidos pelos mesmos ideais que orientavam o nazismo (a adoração ao líder e a guerra como destino).

II. Na figura 1 o povo é retratado como unido pelo gesto de saudação adotado pelos nazistas. Na figura 2 o símbolo do partido nazista (a suástica) lidera a marcha ordenada dos jovens soldados.

III. Na figura 1 o povo se submete alegremente ao Estado (ou ao líder) e na figura 2 essa submissão é organizada na forma de um exército que marcha harmonicamente.

IV. Na figura 1 o povo representaria a autorização para a existência do regime e de seus planos. Na figura 2 esse povo se organiza como um exército que marcha em direção ao futuro, sob a imagem da suástica, para realizar as pretensões expansionistas e bélicas do regime.


Assinale a alternativa que contém as afirmações corretas.


A

I, II e IV, apenas.


B

II, III e IV, apenas.


C

I, II e III, apenas.


D

I, III e IV, apenas.


E

I, II, III e IV.

“Para uma abordagem histórica do fenômeno nazista, faz-se primordial desvendá-lo não como uma obra de meia dúzia de endemoninhados; é preciso alcançar a dimensão social de uma experiência originária de sérios embates, fruto da crise por que passava o mundo capitalista.”


(LENHARO, Alcir. Nazismo. O triunfo da vontade. São Paulo: Ática, 1986. p. 11)


Com base nos fundamentos ideológicos e práticas políticas do nazifascismo, assinale a afirmativa correta.


A

O nazifascismo baseava-se exclusivamente no socialismo revolucionário e visava à emancipação da classe trabalhadora.


B

Tanto o nazismo quanto o fascismo rejeitavam o nacionalismo e defendiam uma federação internacional dos povos.


C

O antissemitismo nazista não teve influência política real no regime, sendo apenas um discurso secundário, apesar de suas consequências práticas amenas.


D

O fascismo italiano e o nazismo alemão partilhavam uma lógica autoritária, anticomunista, ultranacionalista e de repressão violenta à dissidência.


E

O fascismo surgiu como um movimento espontâneo das massas camponesas contra o poder burguês liberal, tornando-se uma forma de resistência popular ao imperialismo e ao capitalismo ocidental.

Há uma diferença fundamental entre o nacionalismo e o movimento para a criação de um Estado-nação, que se expressou, por exemplo, na Alemanha, onde muitos daqueles que se viam como alemães não consideravam esse sentimento ligado à construção de um Estado.


C

Certo


E

Errado

Nazifascismo e demais regimes de massa da primeira metade do século XX consolidaram formas autoritárias de organização política e social. Considerando seus traços estruturantes, assinale a assertiva que sintetiza essas experiências históricas.


A

Constitucionalismo plural, federalismo cooperativo e competição aberta entre partidos de base ampla.


B

Políticas sociais desvinculadas de propaganda e desmobilização permanente de juventudes.


C

Neutralidade cultural do Estado e interdição de cultos políticos em espaços públicos.


D

Partido único, culto ao líder, mobilização de massas, repressão e racismo de Estado no caso alemão.


E

Desmilitarização da vida civil e retirada de símbolos do cotidiano urbano.

Considerando o contexto histórico que envolveu o Golpe da Maioridade, durante o período imperial brasileiro, analise as assertivas abaixo:


I. A radicalização política que marcou o Brasil regencial preocupava as elites, que temiam a desintegração da frágil unidade territorial do país recém independente.

II. Apesar de D. Pedro II ter sido apoiado pelos liberais na campanha da maioridade, isso não significou que os projetos políticos para o Brasil foram alterados de forma significativa.

III. O golpe da maioridade foi uma articulação política para promover a manutenção da estrutura oligárquica e impedir o avanço dos movimentos revolucionários.


Quais estão corretas?


A

Apenas I e II.


B

Apenas I e III.


C

Apenas II e III.


D

I, II e III.

Leia o trecho a seguir:


"Antonio Gramsci, em seus Cadernos do Cárcere, introduziu o conceito de hegemonia cultural, explicando como as classes dominantes mantêm sua posição por meio de controle ideológico e consentimento, mais do que pela força direta. Michel Foucault, por outro lado, criticou a ideia de poder centralizado, propondo que o poder seja difuso, exercido por meio de micro-relações e dispositivos disciplinares. Essas visões transformaram a compreensão das relações entre poder, cultura e sociedade no século XX."


Com base no texto, é correto afirmar que:


A

Gramsci e Foucault convergem ao propor que o poder é exclusivamente uma ferramenta de opressão das classes dominantes sobre as subalternas.


B

A hegemonia cultural, segundo Gramsci, depende unicamente do uso da força estatal para garantir a estabilidade do sistema capitalista.


C

Para Foucault, o poder é exercido principalmente por instituições repressivas como o Estado, desconsiderando mecanismos mais sutis, como a educação e a medicina.


D

A visão de hegemonia cultural de Gramsci enfatiza a importância do consentimento e da ideologia como ferramentas de manutenção do poder.


E

O conceito de poder difuso de Foucault reforça a centralidade do Estado na estruturação das relações de dominação.

Durante o século XX, regimes autoritários implementaram práticas de extermínio sistemático de grupos sociais, étnicos e políticos considerados “indesejáveis”. No caso do Holocausto, ocorrido sob o regime nazista, é correto afirmar que:


A

Foi um processo espontâneo, sem planejamento estatal.


B

Resultou de uma política burocratizada de extermínio, baseada em racismo científico e antissemitismo.


C

Restringiu-se apenas à perseguição de judeus, sem atingir outros grupos sociais.


D

Representou uma tragédia isolada, sem conexão com outras práticas genocidas da história.


E

Consistiu em políticas de assimilação cultural de minorias ao ideal de cidadania alemã.

Leia o texto a seguir:


Até o período da “corrida para a África”, o pensamento racista competia com muitas ideias livremente expressas que, dentro do ambiente geral de liberalismo, disputavam entre si a aceitação da opinião pública. Somente algumas delas chegaram a tornar-se ideologias plenamente desenvolvidas, isto é, sistemas baseados numa única opinião suficientemente forte para atrair e persuadir um grupo de pessoas e bastante ampla para orientá-las nas experiências e situações da vida moderna. Somente duas ideologias sobressaíram-se e praticamente derrotaram todas as outras: a ideologia que interpreta a história como uma luta econômica de classes, e a que interpreta a história como uma luta natural entre raças. Ambas atraíram as massas de tal forma que puderam arrolar o apoio do Estado e se estabelecer como doutrinas nacionais oficiais.


(Hannah Arendt, Origens do totalitarismo. São Paulo: Companhia. das Letras, 1997. Adaptado)


O texto faz referência, respectivamente,


A

à revolução iraniana e a Portugal de Salazar.


B

aos EUA do New Deal e à Inglaterra vitoriana.


C

à França de Vichy e à Espanha de Franco.


D

à Rússia socialista e à Alemanha nazista.


E

à Índia independente e à China comunista.

O período entreguerras (1919-1939) foi marcado por uma grande crise econômica que atingiu, de uma maneira ou de outra, todos os países capitalistas.


Assinale a alternativa que identifica corretamente essa crise.


A

O fim do Pacto Colonial.


B

A grande fome da União Soviética.


C

A crise da dívida da América Latina.


D

A crise econômica de superprodução de 1929.


E

Os efeitos da falência do banco americano Lehman Brothers.

Sobre o Nazismo, assinale a alternativa correta.


A

A propaganda nazista baseava-se na mobilização emocional das massas, privilegiando imagens e símbolos, com o objetivo de criar um sentimento coletivo de pertencimento e obediência.


B

A propaganda nazista buscava promover debates racionais de opiniões, utilizando o cinema como ferramenta de entretenimento desvinculada da ideologia do regime.


C

O cinema nazista foi caracterizado por uma estética documental e por um discurso crítico à figura de Hitler, refletindo as contradições políticas do Terceiro Reich e incentivando o pensamento autônomo do público.


D

O cinema de propaganda nazista evitava o uso de símbolos e narrativas heroicas, pois considerava que a emoção excessiva poderia desviar a população da obediência aos ideais nacional-socialistas.


E

A política de comunicação do regime nazista foi descentralizada e dependente da iniciativa de estúdios independentes, sem controle direto do Estado sobre o conteúdo audiovisual.

As duas décadas que separam a Primeira da Segunda Guerra Mundial foram relativamente calmas, destacando‑se pela ação firme da Liga das Nações e pelo avanço dos regimes democráticos pelo mundo afora, a começar pela Europa.


C

Certo


E

Errado

Leia os fragmentos de texto a seguir.


I. Uma parte da mobilização emocional, uma herança do descartado programa nacional-socialista, foi o antissemitismo, a marca de todos os movimentos nacionalistas. Mas logo veio a servir a um propósito mais sinistro. Os judeus tornaram-se os objetos indefesos sobre os quais milhões de alemães exerceram pela primeira vez a brutalidade essencial para que a Alemanha dominasse toda a Europa. Eles eram o campo de prática, a escola de treinamento de batalha, para as virtudes nórdicas, que mais tarde encontrariam sua plena expressão na Polônia, na França e na Rússia ocupada. Se os alemães tinham estômago para isso, eles podiam suportar qualquer coisa. Nenhuma voz de protesto foi levantada, em nenhum caso uma Igreja Cristã, seja Católica Romana ou Protestante, abriu suas portas para os judeus em refúgio, nenhum bispo alemão colocou a estrela de Davi. Os alemães passaram no teste com louvor: eles estavam de fato unidos. (Adaptado de: TAYLOR, A. J. P. The Course of German History: A survey of the development of Germany since 1815. New York: Coward McCann, 1962.)

II. O hitlerismo, por outro lado, trouxe de repente no mercado mundial um novo artigo de exportação que tinha técnicas refinadas e rapidamente adaptáveis a todos os países. A matéria-prima deste artigo consistiu em certo grau de ideologia racial com seu ponto central de ódio contra os judeus. Disto já havia uma certa quantidade em cada país, ou poderia ser estimulado. Mas o refinamento dessa matéria-prima ocorreu na organização hierárquica nazista. Visava conquistar as massas. Quando a ideologia racial e o ódio aos judeus eram um tanto ineficazes como matéria-prima para as necessidades das massas, alguma outra ideologia, engendrada por teóricos ou seitas, poderia substitui-la e ser devidamente estimulada.

(Adaptado de: MEINECKE, Friedrich. The German Catastrophe. Boston: Beacon Press, 1969, p. 59.)


Assinale a afirmativa que apresenta corretamente a interpretação dos dois fragmentos sobre o antissemitismo na Alemanha nazista.


A

O texto I defende que a resistência da população alemã e de outras instituições foi fundamental para conter as intenções nazistas, e o texto II argumenta que a sociedade permaneceu apática diante do novo movimento.


B

O texto I defende que o ódio aos judeus foi um fenômeno novo criado pelo nazismo, e o texto II argumenta que esse ódio já existia entre os alemães antes da ascensão do regime nazista.


C

Os textos I e II defendem que a violência e o ódio contra os judeus foram utilizados como uma ideologia para justificar e alcançar os interesses políticos da Alemanha durante o regime nazista.


D

Os textos I e II defendem que o antissemitismo entre os alemães foi um elemento introduzido por Hitler, representando um fenômeno completamente novo e fora do contexto histórico da Alemanha.


E

Os textos I e II defendem que o ódio aos judeus foi uma característica particular dos alemães, desconhecida em outros países, e que atingiu seu auge durante o regime nazista.

As afinidades entre as ideologias dominantes nas extremidades oriental e ocidental do Eixo são deveras fortes. [...].

Contudo, o fascismo europeu não podia ser reduzido a um feudalismo oriental com uma missão imperial nacional.

Em suma, apesar das semelhanças com o nacional-socialismo alemão (as afinidades com a Itália eram menores), o Japão não era fascista.


(Eric Hobsbawm. Era dos extremos: O breve século XX: 1914 – 1991)


Entre as diferenças identificadas pelo autor, que fundamentam o exposto no excerto, está o fato de que, no Japão,


A

foram mantidas as estruturas feudais de organização econômica, que impediam o desenvolvimento do capitalismo industrializado.


B

não ocorria a propagação de convicções e ideologias que pregavam superioridade e pureza racial, para legitimar ações militares.


C

prevalecia um regime monárquico com liberdades civis para a organização de partidos políticos, muitos dos quais ligados a movimentos de esquerda.


D

não houve uma mobilização de massas, por meio da emergência de líderes autodesignados, com fins anunciados como revolucionários.


E

não existia um poder político suficientemente centralizado, como já era na Alemanha, em razão do poder local e regionalizado dos xogunatos.

Os regimes totalitários do século XX, representados pelo fascismo, nazismo e stalinismo, embora distintivos em suas ideologias e contextos de ascensão, compartilharam características essenciais como o culto à personalidade do líder, a supressão de liberdades individuais, o controle onipresente do Estado sobre a sociedade e o uso sistemático da propaganda e do terror para a manutenção do poder, exercendo um impacto devastador na história mundial.


C

Certo


E

Errado

Antes mesmo de se constituir como Estado-nação, a Alemanha já se via como uma nação, o que se pode concluir do fato de seus principados terem constituído o Sacro Império Romano da Nação Germânica e a Federação Germânica.


C

Certo


E

Errado

Para os Três Grandes, o problema político passou a ser muito mais importante. O que interessava era a modelagem do sistema internacional que estava para nascer com o fim da guerra. Para Stalin, Churchill e Roosevelt, tratava-se de criar condições favoráveis para a realização de seus respectivos interesses nacionais.


(Williams da S. Gonçalves. “A Segunda Guerra Mundial”. Em: D.A. Reis Filho; J. Ferreira; C. Zenha. O século XX: O tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, vol. 2. Adaptado)


Considerando o contexto histórico abordado, de acordo com o autor, é correto afirmar que, em síntese, Stalin, Churchill e Roosevelt tiveram, respectivamente, como interesses


A

a ampliação da dominação econômica no Sudoeste Asiático; a conquista de territórios ricos em recursos naturais, no norte da África; o domínio da Ásia Oriental, com a expulsão das potências coloniais europeias da região.


B

a segurança do território soviético; a manutenção de pontos estratégicos, para defesa do império colonial; a criação de uma ordem econômica internacional liberal, sem os protecionismos nacionais da década de 1930.


C

o controle econômico sobre o Leste Europeu; o estabelecimento da hegemonia política e econômica britânica na Europa Ocidental; a garantia de autossuficiência econômica, por meio da conquista de ex-colônias italianas e alemãs.


D

a garantia do acesso a recursos naturais como petróleo, minérios e borracha, na Ásia Oriental; o crescimento da influência britânica dos países dos Bálcãs; a expansão de áreas coloniais na África e no Oriente Médio.


E

a expansão imperial e o revanchismo, buscando o domínio do Mar Mediterrâneo; a consolidação do poder econômico no norte da África; a destruição da frota japonesa no Pacífico, para assegurar a conquista do Sudeste Asiático.

 
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