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A chamada Guerra dos Mascates, episódio ocorrido em Pernambuco, entre 1710 e 1711, foi um conflito entre diferentes elites político-econômicas, localizadas em Olinda e Recife, resultando na ascensão da elite mercantil de Recife. Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA.
Em 1711, as autoridades coloniais puseram fim ao conflito, reafirmando o status de Recife enquanto vila, o que conferiu à elite dessa povoação os meios para consolidar seu poder político na capitania, mediante cargos na câmara municipal da nova vila.
Os mercadores do Recife foram politicamente apoiados, em sua revolta contra o poderio dos senhores olindenses, por diversos grupos sociais livres de Recife e Olinda assim como por um pequeno número de escravos.
A Guerra dos Mascates foi um conflito político entre senhores de engenho e mercadores de grande porte em Pernambuco do início do século XVIII que se estendeu por outras províncias do atual Nordeste, como o Ceará e o Rio Grande do Norte.
Os mercadores do Recife, em sua ânsia por liberdade, proclamaram a República em 1711, proclamação, entretanto, revogada pelas autoridades coloniais.
Em 1711, as autoridades coloniais puseram fim ao conflito, elevando o Recife à categoria de vila, mas dando à elite olindense a primazia sobre os cargos da nova câmara municipal do Recife.
“...não se pode ignorar o NE na hora de se discutir a antiguidade do homem na América e as vias de dispersão por ele percorridas, não importando se foi há 20, 30 ou 40 mil anos... É conhecida de todos a longa sequência estratigráfica lograda no Sítio do Boqueirão da Pedra Furada, que pode significar a permanência do homem pré-histórico nesse sítio, a partir de 48 mil anos. Mas a Pedra furada não é um caso único.” (MARTIM, G. Pré-História do Nordeste: pesquisas e pesquisadores. Clio Arqueológica, Recife: UFPE, n° 12, p. 7-15. ano 1997. p.11. Adaptado. Em Pernambuco, por exemplo, localizado no município de Buíque, o sítio de “Alcobaça” possui um dos maiores e mais representativos painéis de figura rupestre do estado, que, por seu tamanho e complexidade, é de grande relevância para o entendimento da pré-história local e nacional. Em relação ao estudo do período pré-colonial sobre o atual estado de Pernambuco, assinale a alternativa INCORRETA.
O sítio “Furna do Estrago”, localizado no município do Brejo da Madre de Deus, é de grande importância para o entendimento dos grupos que habitaram o atual agreste nordestino, uma vez que permite se entender um pouco mais sobre os rituais funerários da época.
O material arqueológico, encontrado nos sítios que remontam ao período pré-colonial do estado, é fundamental para se entender o povoamento da região, bem como parte das características socioculturais daqueles que os utilizaram.
As figuras rupestres, encontradas em vários sítios de Pernambuco, são de grande relevância para a compreensão das populações que habitaram as terras pertencentes hoje a esse estado.
Embora a região da Zona da Mata também possua vestígios da presença dos Homo Sapiens Sapiens, o Agreste e o Sertão pernambucano, durante o longo período pré-colonial, são os locais onde pode ser encontrado o maior número de sítios arqueológicos do Estado.
Embora “Alcobaça” possua grande representatividade entre os arqueólogos, o estado de Pernambuco, como um todo, tem pouca importância para o entendimento do período pré-colonial. Isso se deve, dentre outras coisas, ao pequeno número de sítios encontrados em seu território.
Com relação ao tipo de organização social predominante entre os grupos indígenas que habitavam o litoral do atual estado de Pernambuco no momento dos primeiros contatos com os europeus, assinale a alternativa CORRETA.
As tribos tupi do litoral de Pernambuco pré-colonial possuíam uma população de algumas centenas de indivíduos, divididos em pequenas aldeias espalhadas pelos quilômetros da costa entre o Rio São Francisco e o Canal de Santa Cruz.
A maioria dos grupos indígenas que habitava a atual costa de Pernambuco no período da conquista era de língua Tupi, organizava-se em aldeias de milhares de indivíduos, cujos laços sociais principais eram firmados em linhagens e parentescos, e onde a divisão de trabalho baseava-se, principalmente, em quesitos de gênero e idade.
Os grupos tupi que ocupavam o território do atual estado de Pernambuco no momento da conquista se organizavam em tribos de caçadores nômades que cultuavam divindades representando espíritos da natureza, como Tupã.
Todos os grupos indígenas que ocupavam o atual estado do Pernambuco no momento da conquista praticavam rituais antropofágicos, associados com o culto às divindades bélicas.
Os grupos indígenas tapuia que ocupavam todo o litoral do atual estado de Pernambuco durante o processo de conquista tinham suas estruturas sociais baseadas em linhagens e parentescos, divisão de trabalho por gênero e idade, praticavam a agricultura sazonal e possuíam uma cultura na qual os principais valores sociais giravam em torno da guerra.
Itamaracá e Recife.
Igarassu e Olinda.
Igarassu e Recife
Recife e Olinda.
Itamaracá e Igarassu.
Segundo a historiadora Graça Ataíde, no seu livro A construção da Verdade Autoritária, a “...vigilância e o controle sobre a imprensa em Pernambuco garantiam ao Estado a propaganda e o doutrinamento político... utilizando-se da persuasão e do doutrinamento diário, a Folha da Manhã, veiculava, por meio de suas mensagens, valores que compunham a ideologia estadonovista”. (ALMEIDA, M. das G. A. A., A construção da Verdade Autoritária. São Paulo: Humanitas/FFLCH/USP, 2001. p. 181.) Em relação aos valores e à ideologia defendidos pelo Estado Novo, do qual Agamenon Magalhães, em nível estadual, era um de seus maiores representantes, assinale a alternativa CORRETA.
Igualdade, Liberdade Política, Xenofobismo, Anticomunismo
Liberdade Política, Igualdade, Estado Mínimo, Descentralização Política.
Anticomunismo, Educação Libertária, Xenofilismo, Nacionalismo.
Estado Mínimo, Educação Libertária, Xenofilismo, Antissemitismo.
Nacionalismo, Xenofobismo, Anticomunismo, Antissemitismo.
Presépio era a Lapinha, auto popularíssimo representado no ciclo do Natal até Reis ou dias de fevereiro, quando havia a queima das palhinhas, as palhas da manjedoura onde o Menino Deus se agasalhava. Duas alas de pastorinhas com o zagal cantavam louvores à Natividade.
Luís da Câmara Cascudo. História da cidade de Natal. 2.ª ed., Rio
de Janeiro: Civilização Brasileira; Brasília: INL; Natal: Universidade
Federal do Rio Grande do Norte, 1980, p. 296 (com adaptações).
Com relação aos aspectos culturais do Rio Grande do Norte, assinale a opção correta.
Na dança dos cangaceiros, o grupo ressalta as figuras do cangaço. Nela, mantém-se uma organização hierárquica em que todos cantam e dançam músicas referentes ao cangaço, tendo como destaque o xaxado.
As tradições portuguesas, indígenas e negras no estado misturam-se, influenciam-se reciprocamente e fazem surgir festas ou folguedos, ou ainda autos populares. A vaquejada é, entre as manifestações folclóricas, a mais recente do Rio Grande do Norte e tem suas origens nas tradições africanas.
O Boi de Reis é uma dança desenvolvida em alas. Em suas apresentações coreográficas, entoam-se cantos de louvores a São João, São Pedro e Nossa Senhora de Santana. Ao término da dança, o grupo, portando a bandeira de São João Batista e entoando cantos, segue em cortejo pelas ruas da cidade até chegar ao rio mais próximo.
O século XIX ficou conhecido como a idade dos holandeses, tamanhas eram a influência comercial e as tentativas de tomada de posse de algumas regiões do Nordeste brasileiro. Desse modo, a congada é uma das grandes heranças folclóricas deixadas pelos holandeses que estiveram presentes no Rio Grande do Norte.
As danças e simulações de combates dos fandangos, cheganças, marujadas e cavalhadas têm suas raízes nas lutas dos norte-riograndenses pela expulsão dos holandeses e franceses de seu território durante os séculos XVIII e XIX.
Analise as proposições a seguir.

Estão corretas
apenas II, III e V.
apenas I, II, III e IV.
apenas II, III e IV.
apenas III, IV e V.
apenas I, II e IV