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As ideias de Hitler começaram a aportar no Brasil já em 1929, quando imigrantes alemães recém-chegados formaram os primeiros núcleos nazistas. Após a ascensão do Führer ao poder, em 1933, esses grupos foram integrados à Auslandorganisation der NSDAP – a Organização do Partido Nacional-Socialista para o Exterior (AO). No ano seguinte, o governo alemão organizou um sistema de infiltração e de propaganda com os alemães radicados no estrangeiro. Em 1937, Ernest Wilhelm Bohle, responsável pela AO, assumiu também funções diplomáticas na Embaixada Alemã no Brasil, permitindo que o Partido Nazista cumprisse ostensivamente a missão de “proteger” os alemães do exterior. (Revista de História. Biblioteca Nacional. 01/01/2012)
Neste sentido, podemos apontar corretamente a alternativa que indica a posição do governo brasileiro da época em relação ao nazismo alemão.
As autoridades policiais brasileiras combateram as ações dos partidários do nacional-socialismo, assim como limitaram as relações do Brasil com a Alemanha na década de 1930.
O governo Vargas não conseguia ocultar suas antipatias pelos paradigmas nazifascistas e procurou desde 1930 a aproximação com os EUA.
É possível identificar a presença efetiva de germanófilos e antissemitas no alto escalão do Estado Novo e na grande imprensa brasileira da época, com a conivência de Getúlio Vargas.
Para garantir a ordem, segundo conceito gerenciado pelos homens de Estado, o governo Vargas conseguiu o apoio dos comunistas, anarquistas e judeus, focos da vigilância oficial.