

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
“Quando visitamos um museu, temos, em geral, contato com a exposição. Esta é constituída por objetos do acervo museológico dispostos de maneira a constituir um discurso. Esses objetos do acervo foram sendo colecionados ao longo do tempo, seguindo critérios não necessariamente técnicos; também os critérios para selecionar o que deveria ser conservado, restaurado e pesquisado, nem sempre é ou foi cientifico.” (ALMEIDA, A.M.; VASCONCELLOS, C. de M. Porque visitar Museus. In: BITTENCOURT, Circe (org.). O SABER HISTÓRICO NA SALA DE AULA. 12ª edição. São Paulo: Contexto, 2012, p. 105).
O museu abriga um espaço destinado a contar a história da ocupação territorial do Pantanal e sua economia; nele, o visitante encontra obras de artistas plásticos, como Boggiani e Levi Strauss, que se inspiraram na cultura dos índios pantaneiros. Além dos conteúdos ligados à arqueologia, etnologia, história e antropologia social, o museu se propõe a cumprir diversas outras funções junto à comunidade, com objetivo de envolvê-la nas questões de preservação e valorização cultural.
O prédio que abriga o Museu, construído em 1876, se destaca pela sua arquitetura e estrutura. O piso e a escada de ferro com desenhos exóticos vieram da Inglaterra. Funcionou como um dos principais armazéns do Porto Geral e foi sede da 14ª agência do Banco do Brasil, instalada em Corumbá em 1916. Quem o visita, conhece de perto a história do homem que habitava a região pantaneira há oito mil anos, até a chegada do colonizador, e é composto por diversas peças arqueológicas.
O texto trata do:
Museu de História do Pantanal, em Corumbá, MS.
Museu do Ipiranga, em São Paulo, SP.
Museu Lídia Baís, em Campo Grande, MS.
Museu de História Natural do Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, MS.
Museu Imperial, em Petrópolis, RJ.