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“Ante os ataques dos protestantes e na linha das posições doutrinais e das decisões do concilio, a Igreja pós-tridentina tende a revalorizar determinadas formas de devoção coletiva. De fato, estas aparecem como a expressão da realidade da Igreja universal, desde que estreitamente enquadradas pelo clero. Ao mesmo tempo, contudo, sob a influência dos grandes místicos espanhóis do século XVI e depois dos místicos da escola francesa do XVII, a ênfase recai na devoção pessoal suscetível de desabrochar nos diversos estados de união com Deus.” (CHARTIER, pg.78)
Ao narrar o trecho acima, o autor aborda:
uma visão irrealista a respeito do que a história da Igreja narra em sua historiografia.
uma dupla corrente das práticas de devoção, contraditória na aparência, complementar na realidade.
a visão eurocentrista, contendo apenas uma versão dos fatos.
um campo narrativo dentro do qual os historiadores ainda não são habilitados para poderem analisar.
uma dupla corrente de observação, sendo uma puramente católica feudal, e outra católica moderna.