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Umas das principais motivações para o desenvolvimento do...

Umas das principais motivações para o desenvolvimento do protocolo IPv6 foi expandir o espaço de endereçamento escasso disponível no IPv4, mas várias outras funcionalidades foram agregadas, alteradas ou removidas no protocolo com o objetivo de trazer novos recursos, aumentar a segurança e o desempenho. Essas modificações resultaram em diferenças nos cabeçalhos das duas versões, tais como os campos de fragmentação, soma de verificação e opções.


Em relação à forma como a fragmentação de datagramas em roteadores intermediários foi abordada no IPv6, é possível afirmar que:


A

Assim como já ocorria no IPv4, o IPv6 também não irá fragmentar o datagrama. Porém, a forma como o emissor é avisado foi alterada. No IPv4, um datagrama IP era enviado com essa informação no cabeçalho, enquanto no IPv6 é utilizado um pacote ICMP, que agora possui um código específico para essa situação.


B

Diferentemente do IPv4 que não aceita a fragmentação, o IPv6 passou a realizar a fragmentação. Desse modo, quando um roteador IPv6 recebe um datagrama maior que o suportado pelo enlace de saída, ele irá fragmentar o datagrama no tamanho correto, ficando o próximo roteador IPv6 responsável por remontá-lo.


C

Diferentemente do IPv4, o IPv6 não permite a fragmentação de datagramas. Quando um datagrama maior que o suportado pelo enlace de saída é recebido por um roteador IPv6, o datagrama é descartado e o roteador IPv6 envia uma mensagem ICMP ao remetente, que deverá reenviar os pacotes com o tamanho adequado.


D

Assim como o IPv4, o IPv6 continua realizando a fragmentação de datagramas recebidos com tamanho maior que o suportado pelo enlace de saída. Porém, ao receber o primeiro datagrama, o roteador notifica o remetente para que essa informação seja acrescentada à tabela de roteamento e os novos datagramas já sejam enviados no tamanho correto.