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Em setembro de 2024, em Itacajá, no norte do Tocantins, um homem foi preso por suspeita de praticar uma série de estupros virtuais e obrigar as vítimas a escreverem seu nome na própria pele.
O suspeito, de 19 anos, conhecia as vítimas na internet e mantinha relação sexual com elas pelas redes sociais. Ele inicialmente se aproximava com a intenção de fazer amizade com as mulheres e, conforme conquistava a confiança delas, iniciava relações íntimas que culminavam nos abusos, usando fotos e vídeos íntimos das vítimas para forçá-las a fazer suas vontades e extorqui-las.
(Fonte: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimasnoticias/2024/09/24/preso-por-estupro-virtual-obrigava-vitimas-escreverem-seu-nome-com-estilete.htm?cmpid=copiaecola)
As opções a seguir apresentam comportamentos que facilitam a prática desse tipo de crime, à exceção de uma. Assinale-a.
Aceitar qualquer solicitação de amizade e sempre fornecer dados pessoais quando forem solicitados.
Ignorar as configurações de privacidade de cada rede social, tornando suas publicações públicas.
Fazer parte de grupos de compartilhamento de fotos íntimas de terceiros sem consentimento.
Entrar em contato com o suporte da rede social e denunciar a conta, caso seu perfil tenha sido hackeado.
Compartilhar fotos íntimas com quaisquer parceiros e amigos virtuais de confiança e em redes sociais seguras para esse fim.