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Durante a migração de servidores, a Câmara alterou o IP do serviço sistema.camara.gov. Usuários continuaram acessando o IP antigo por horas, mesmo após a mudança no servidor DNS autoritativo. A TI concluiu que havia cache em diversos pontos e que o tempo de propagação dependia de configuração anterior.
Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
DNS não possui cache; toda consulta é sempre feita ao autoritativo.
A propagação depende apenas do horário do servidor.
O principal fator de “persistência” costuma ser o MX do domínio.
O valor de TTL do registro influencia por quanto tempo resolvers podem manter respostas em cache antes de consultar novamente.
O problema é causado exclusivamente por ARP.