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Para encaminhar pacotes IP ao longo de rotas explícitas, ou seja, rotas pré-calculadas que não necessariamente correspondem àquelas que os protocolos de roteamento IP selecionariam, os roteadores precisam ser habilitados para
RTP, utilizado para gerenciar o fluxo de informações entre roteadores sem garantir a integridade das informações.
IGRP, que é capaz de lidar com máscaras de rede que permitem aplicar práticas como sumarização de rotas.
MPLS, que também pode ser utilizado para dar suporte a certos tipos de serviços de VPN.
OSPF, que também é utilizado para distribuir informações entre roteadores pertencentes a diversos sistemas autônomos.
RIP, que utiliza o tráfego da rede como métrica de custo de transmissão entre um roteador de origem e uma sub-rede de destino.
Ao se determinar a máscara 255.255.254.0 para uma rede, quantas sub-redes e quantas máquinas podemos ter?
32 e 2046 respectivamente.
64 e 1022 respectivamente.
256 e 254 respectivamente.
512 e 126 respectivamente.
128 e 510 respectivamente.
Um Administrador de Redes deseja utilizar uma técnica para transição de IPv6 para IPv4, em que um pacote IP é enviado como payload de outro pacote IP. Para a transição do IPv6 esta técnica é usada para enviar um pacote IPv6 através de uma parte da rede que só entende IPv4. Isso significa que o pacote IPv6 é encapsulado dentro de um cabeçalho IPv4 que tem o endereço do ponto final em seu cabeçalho, é transmitido pela parte da rede que suporta apenas IPv4 e, finalmente, desencapsulado no ponto final que pode ser um roteador ou um host capaz de processar o pacote IPv6 após o desencapsulamento. Esta técnica é conhecida como
operação em pilha dupla.
conversão dos pacotes.
tradução.
tunelamento.
interchange.
Quando o usuário clica em um link de uma página web, o navegador cria um comando get web page entregue à camada de transporte do navegador, na qual o TCP acrescenta várias informações de cabeçalho a serem utilizadas pelo software do TCP na extremidade receptora. O pacote então é enviado para a camada de rede na qual o IPv4 acrescenta seu cabeçalho, que é composto por diversos campos de 8 bits, dentre eles,
Time to Live (TTL), que ajuda a prevenir que os datagramas persistam em uma rede, limitando a vida de um datagrama.
Hop Limit, que indica o número máximo de saltos que o datagrama pode dar antes de ser descartado.
Traffic Class, usado para assinalar a classe de serviço a que o pacote pertence.
Payload Length, que define o volume de dados em bytes que o pacote transporta.
Next Header, que é usado para especificar o tipo de informação seguinte ao cabeçalho corrente.
Sabe-se que um datagrama IP é composto por um cabeçalho e por uma parte de texto. O cabeçalho possui vários campos, cada um com sua função. Com relação aos campos que compõem o cabeçalho, é correto afirmar que o campo:
TIME TO LIVE é um contador usado para limitar a vida útil dos pacotes.
VERSION controla a versão da máquina do cliente emissor da mensagem.
TOTAL LENGHT inclui apenas o cabeçalho.
IHL informa a origem do datagrama.
FRAGMENT OFFSET informa a que ponto do datagrama atual o pacote inteiro pertence.
O endereçamento IP dos computadores em uma rede é necessário para que eles possam se comunicar. O protocolo utilizado no endereçamento pode ser o Internet Protocol versão 4 (IPv4) ou o internet Protocol versão 6 (IPv6), dependendo da rede. Representa um endereço IPv4 válido:
172.168.255.128.1
2001:ODB8::ABCD:0000:0000:0000:1234
192.168.1.2
2001:0DB8::ABCD::1234
A1B.0D2.002.A2D
Endereço IP é uma sequência de números associada a cada computador conectado à internet. No caso de IPv4 (IP versão 4), o endereço IP é dividido em quatro grupos, separados por ponto final (.) e compostos por números entre
0 e 1024.
1 e 256.
1 e 512.
0 e 256.
0 e 255.
Após a definição dos IPs Classe C para a rede local (LAN), o administrador deve segmentar a rede em quatro segmentos de igual tamanho e utilizando toda a faixa disponível. Para isso, a máscara de sub-rede deve ser:
255.255.224.0
255.255.252.0
255.255.255.192
255.255.255.224
255.255.255.240
O endereço de IP 200.181.10.0/30, representado de acordo com o CIDR (Classless Inter- Domain Routing), tem a seguinte máscara de subrede:
255.255.248.0
255.255.252.0
255.255.255.248
255.255.255.252
255.255.255.254
Dadas as informações abaixo sobre segmentação de redes, assinale a resposta correta.
IP: 192.168.0.152/26
A notação decimal da máscara de rede é 255.255.255.128
A notação decimal da máscara de rede é 255.255.255.224
A notação decimal da máscara de rede é 255.255.255.240
A notação decimal da máscara de rede é 255.255.255.192
O premente esgotamento dos endereços IPv4 desencadeou a proposição do IPv6 que possui endereços de 128 bits. Para postergar o esgotamento, uma solução paliativa foi introduzida, cuja denominação é
RFC 1918.
DHCP.
Proxy.
NAT.
IPTables.
Um administrador de redes recebeu a subrede 192.168.50.0/26 para utilizar em sua rede local.
Desprezando os endereços de rede e de broadcast, os possíveis endereços IP que podem ser utilizados pertencem ao seguinte intervalo:
192.168.50.0 a 192.168.50.255
192.168.50.0 a 192.168.50.26
192.168.50.1 a 192.168.50.25
192.168.50.1 a 192.168.50.62
192.168.50.0 a 192.168.50.127
Levando em consideração o sistema operacional Windows, qual conjunto de comandos, abaixo, são válidos para examinar o conteúdo da tabela de roteamento dos protocolos IPv4 e IPv6? Assinale a alternativa correta.
netstat –a e tracert –d
netstat –r e route print
netstat –r e travert –d
netstat –a e route print
route print e tracert –d
Um administrador de rede de computadores deve definir os IPs para os computadores da rede local (LAN) sob sua responsabilidade. Considerando que não haverá o serviço NAT implementado e que os IPs devem ser Classe C, um exemplo de IP válido para os computadores da LAN é:
10.10.10.1
100.200.20.2
120.120.200.10
171.200.10.10
222.111.10.1
Os campos que constituem o cabeçalho dos datagramas IPv6 são:
Version − Versão do IP utilizada.
Priority − Indica a prioridade com a qual o pacote deve ser tratado.
Flow label − Identifica, juntamente com os campos Source Address e Destination Address, o fluxo ao qual o pacote pertence.
Payload Length − Tamanho, em octetos, do restante do pacote, após o cabeçalho.
Next Header – Indica o protocolo ao qual o conteúdo do campo de dados do datagrama será entregue.
Hop Limit − Número máximo de roteamentos que o pacote pode sofrer. O valor deste campo é decrementado a cada roteamento.
Source Address − Endereço do remetente.
Destination Address − Endereço de destino.
Os campos version e destination address são, respectivamente, de
4 e 128 bits.
16 e 256 bits.
32 e 1024 bits.
16 e 128 bits.
4 e 32 bits.
O técnico em rede de computadores deve configurar os IPs fixos e reais dos computadores da rede local de computadores (LAN) da empresa em que atua. Considerando que a máscara de sub-rede utilizada na LAN é Classe C e que um dos IPs válidos possui o valor: 144.156.108.201, outro IP que pode ser utilizado nessa LAN é
144.156.108.1
104.156.108.201
144.156.208.1
244.256.208.101
144.256.108.101
O cabeçalho do IPv6, regulamentado pela RFC 2460, é bem simples, se comparado com o cabeçalho do IPv4, apesar da diferença de tamanho entre eles. Acerca de alguns campos do IPv6, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Version: possui 8 bits de tamanho e sempre receberá o binário 011, que representa 3 em decimal.
( ) Traffic Class: tem 8 bits de tamanho, usado em atividades de qualidade de serviço (QoS) e priorização de tráfego.
( ) Flow Label: tem 20 bits de tamanho, sendo usado, ainda, em atividades de (QoS), juntamente com o campo Traffic Class.
( ) Payload Lenght: tem 16 bits e é responsável por armazenar, em bits, o tamanho do payload IP.
( ) Source Address: possui 128 bytes de tamanho, que é o tamanho do endereço IPv6. Os 128 bytes são divididos em quatro linhas, de forma que cada uma tenha 32 bytes, que é a largura do cabeçalho.
A sequência está correta em
F, V, F, F, V.
V, F, V, V, F.
F, V, V, F, F.
V, V, F, F, V.
F, F, V, V, F
Quase todo protocolo de rede é composto por duas partes: cabeçalho (ou header) e área de dados (ou payload). No cabeçalho se encontram as informações de tráfego e controle do protocolo. Acerca do cabeçalho Ipv4, do qual pode-se anunciar que possui 4 bytes de largura, é correto afirmar que o campo
Total Lenght contém o tamanho total do cabeçalho do pacote IP, sendo formado por 12 bits.
Flags possui 3 bits, cujos componentes são: none, DF (don’t fragment) e MF (more fragments).
Type of Service (ToS – tipo de serviço) possui 12 bits, sendo responsável por determinar algumas características para o tráfego de dados.
Fragment Offset é o primeiro elemento de controle na fragmentação. É um campo de 8 bits que se refere ao byte inicial de cada fragmento do pacote dividido por 8.
IHL (Internet Header Lengh), que pode ser traduzido para “tamanho do cabeçalho de Internet”, possui 8 bits, sendo responsável por informar o tipo de mensagem que está sendo transmitida.
O endereçamento IPv6, contribuiu para solucionar um problema intrínseco ao endereçamento IPv4, que está relacionado:
à escassez de endereços IP.
ao endereçamento dinâmico.
ao roteamento do protocolo IP.
à lentidão do tráfego de dados.
à confiabilidade dos pacotes trafegados.