Em uma consulta a respeito de elementos de interconexão de redes e meios de transmissão, um Técnico Judiciário de TI do
TRF3 explicou que o Fast Ethernet, quando criado, visou manter os antigos formatos de quadros, interfaces e regras de
procedimentos e apenas reduzir o tempo de bit de 100 ns para 10 ns. Tecnicamente teria sido possível copiar o 10Base-5 ou o
10Base-2 e continuar a detectar colisões a tempo, pela simples redução do comprimento máximo do cabo a um décimo do
comprimento original. Entretanto, com a evolução do cabeamento, surgiu o
A
100Base-T cujas vantagens eram tão grandes que o Fast Ethernet se baseou inteiramente nesse projeto. Por isso, todos
os sistemas Fast Ethernet usam bridges e routers. Cabos ponto a ponto com conectores de pressão ou conectores BNC
não são permitidos.
B
100Base-T cujas vantagens eram tão grandes que o Fast Ethernet se baseou inteiramente nesse projeto. Por isso, todos
os sistemas Fast Ethernet usam bridges e switches. Cabos multiponto com conectores de pressão ou conectores BNC são
permitidos.
C
10Base-T cujas vantagens eram tão grandes que o Fast Ethernet se baseou inteiramente nesse projeto. Por isso, todos os
sistemas Fast Ethernet usam hubs e switches. Cabos multiponto com conectores de pressão ou conectores BNC não são
permitidos.
D
10Base100 cujas vantagens eram tão grandes que o Fast Ethernet se baseou inteiramente nesse projeto. Por isso, todos
os sistemas Fast Ethernet usam hubs e smart switches. Cabos fiberglass com conectores de grampo ou conectores BNC-T
são os mais utilizados.
E
10Base-M cujas vantagens eram tão grandes que o Fast Ethernet se baseou inteiramente nesse projeto. Por isso, todos os
sistemas Fast Ethernet usam hubs, bridges e routers. Cabos thin com conectores de pressão ou conectores BNC-T são os
mais utilizados.