Segundo a SEESP/MEC a utilização da tecnologia assistiva “deve ser entendida como um auxílio que promoverá a ampliação de
habilidade funcional deficitária ou possibilitará a realização da função desejada e que se encontra impedida por circunstância de
deficiência.” (Bersch, 2006). Compreendendo que a utilização de novas tecnologias de comunicação e informação atende a
diversidade de necessidades especiais apresentadas pelos alunos com deficiências para a efetivação de seu processo
educativo, os ambientes reais e virtuais deveriam ser projetados seguindo os princípios fundamentais do desenho universal.
Os princípios fundamentais com padrões flexíveis e abrangentes de acessibilidade se baseiam na
A
equiparação nas possibilidades de uso; flexibilidade no uso; uso simples e intuitivo; captação da informação; tolerância ao
erro; mínimo esforço físico; dimensão e espaço para uso e interação.
B
flexibilidade de uso; uso simples e intuitivo; captação da informação; valorização do acerto; mínimo esforço físico;
dimensão e espaço para uso e interação.
C
equiparação nas possibilidades de uso; uso simples e intuitivo; captação da informação; tolerância ao erro; exigência de
esforço físico; dimensão e espaço para uso e interação.
D
otimização do uso determinado; flexibilidade no uso; captação da informação; tolerância ao erro; mínimo esforço físico;
dimensão e espaço para uso e interação.
E
equiparação nas possibilidades de uso; flexibilidade no uso; uso simples e intuitivo; captação da informação; tolerância ao
erro; dimensão e espaço para uso e interação.