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A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares contempla sistemas médicos complexos e recursos terapêuticos, os quais são também denominados pela Organização Mundial de Saúde de medicina tradicional e complementar/alternativa, envolvendo abordagens que buscam estimular os mecanismos naturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde por meio de tecnologias eficazes e seguras. É incorreto afirmar:
No final da década de 70, a Organização Mundial de Saúde criou o Programa de Medicina Tradicional, objetivando a formulação de políticas na área;
Acupuntura compreende um conjunto de procedimentos que permitem o estímulo preciso de locais anatômicos definidos por meio da inserção de agulhas filiformes metálicas para promoção, manutenção e recuperação da saúde, bem como para prevenção de agravos e doenças;
A Medicina Antroposófica consiste na indicação e uso de águas minerais com finalidade terapêutica atuando de maneira complementar aos demais tratamentos de saúde;
Com a criação do SUS e a descentralização da gestão, ocorreu ampliação da oferta de atendimento homeopático;
A 8ª Conferência Nacional de Saúde é considerada também um marco para a oferta da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no sistema de saúde do Brasil visto que, impulsionada pela Reforma Sanitária, deliberou em seu relatório final pela introdução de práticas alternativas de assistência à saúde no âmbito dos serviços de saúde, possibilitando ao usuário o acesso democrático de escolher a terapêutica preferida.