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De acordo com Manual de Emergências Aquáticas (SOBRASA...

De acordo com Manual de Emergências Aquáticas (SOBRASA, 2019), quanto à gravidade do afogamento, sabe-se que sua classificação deve ser estabelecida no local do afogamento ou com relatos do 1° atendimento, estabelecendo uma evolução de melhora ou piora do quadro. Com relação ao afogamento, classificação e tratamento, é correto afirmar que


A

Parada respiratória, com pulso carotídeo ou sinais de circulação presente, é sinal e sintoma do grau 5, o tratamento é ventilação boca-a-boca 5 vezes por minuto até o retorno da respiração normal, após retornar da respiração espontânea, deve ser tratada como grau 4.


B

Tosse sem espuma na boca ou nariz é sinal do grau 1, a sua conduta deve ser repouso, aquecimento e medidas que visem o conforto e tranquilidade do banhista, hospitalização para análises clínicas com objetivo de evitar sequelas.


C

Muita espuma na boca e/ou nariz sem pulso radial palpável, é sinal e sintoma do grau 4, sua conduta deve ser oxigênio por máscara a 15 litros/min no local do acidente, posição lateral de segurança sobre o lado direito, ambulância urgente para melhor ventilação e infusão venosa de líquidos, internação em CTI com urgência.


D

A parada cárdio-respiratória é sinal e sintoma do grau 6, a conduta para afogados nessa situação é reanimação cárdio-pulmonar, sendo 2 ventilações boca-a-boca com 15 compressões com 2 socorristas, desde o 1° ciclo completo de RCP, após sucesso da mesma, trate o afogado como grau 4.


E

É sinal e sintoma do resgate, vítima que não apresenta tosse, espuma na boca/nariz, dificuldade na respiração ou parada respiratória ou PCR, a conduta nesse caso, é avaliação do paciente e encaminhamento para unidade de pronto atendimento, uma vez que seu estado psicológico e emocional foi abalado pelo trauma.