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Considere que uma psicóloga psicoterapeuta recebeu uma solicitação de atendimento para uma criança que apresenta sinais de ansiedade severa. A responsável legal entregou uma autorização escrita para iniciar o acompanhamento psicoterapêutico, mas se recusou a participar de qualquer discussão sobre o caso, alegando falta de tempo. Durante o processo, a psicóloga identificou possíveis indícios de negligência familiar e questionou como proceder diante dessa situação. Assinale a conduta adequada e, ainda, em concordância com a Resolução nº 13/2022 a ser adotada pela psicóloga.
Encerrar o atendimento, visto que ausência do responsável inviabiliza o acompanhamento da criança em conformidade com a resolução.
Notificar obrigatoriamente os indícios de negligência ao Conselho Tutelar ou à autoridade competente, mesmo sem aprofundar a avaliação do caso.
Propor ao responsável sua participação no acompanhamento psicoterapêutico e acionar as autoridades competentes caso a negligência seja confirmada.
Iniciar o atendimento independentemente da participação do responsável, uma vez que a autorização escrita é suficiente para validar o acompanhamento psicoterapêutico.