O carvão mineral brasileiro ocorre principalmente na Bacia do
Paraná associado às camadas de idade permiana pertencentes
à formação rio Bonito do grupo Guatá (supergrupo tubarão).
Dados seu baixo poder calorífico e seu alto teor em cinzas,
esse carvão é mais bem aproveitado em usinas termoelétricas,
e não em siderurgias.