Lei Estadual disciplinou a pensão por morte de servidor
público estadual efetivo, determinando que o benefício
previdenciário deverá ser pago no valor da totalidade dos
proventos do servidor falecido, caso aposentado à data do
óbito, ou no valor da remuneração do servidor no cargo
efetivo em que se deu o falecimento, caso em atividade na
data do óbito. O Tribunal de Contas do Estado, entretanto,
passou a considerar inconstitucional a concessão das
pensões no valor fixado pela lei estadual. Nesse caso, o
Tribunal de Contas agiu
A
corretamente, uma vez que lhe cabe examinar a legalidade
das concessões de pensão e, ademais, os
benefícios foram concedidos em valor incompatível
com a Constituição Federal, dispondo o Tribunal
de competência para afastar a aplicação da lei estadual
aos atos administrativos submetidos à sua
apreciação.
B
incorretamente, uma vez que não lhe cabe examinar
a legalidade das concessões de pensão, ainda que,
no caso, os benefícios tenham sido concedidos em
valor incompatível com o que dispõe a Constituição
Federal.
C
incorretamente, uma vez que, ainda que lhe caiba
examinar a legalidade das concessões de pensão,
os benefícios foram concedidos em valor compatível
com o que dispõe a Constituição Federal.
D
incorretamente, uma vez que, ainda que lhe caiba
examinar a legalidade das concessões de pensão e
ainda que o valor do benefício previsto na lei estadual
seja incompatível com a Constituição Federal,
falta-lhe competência para afastar a aplicação da lei
estadual aos atos administrativos submetidos à sua
apreciação.
E
incorretamente, uma vez que não lhe cabe examinar
a legalidade das concessões de pensão e, ademais,
falta-lhe competência para afastar a aplicação da lei
estadual aos atos administrativos submetidos à sua
apreciação.