Na ocasião da confecção de um laudo ou relatório psicológico,
o psicólogo perito que atue na justiça deve
A
sempre respeitar sua autonomia e estilo de escrita,
na confecção de documento, pois somente o psicólogo
perito estará em verdadeiro contato com a
natureza e resultado da avaliação psicológica realizada
no âmbito legal.
B
consultar toda a produção de pareceres escritos,
direcionadas para trabalhos relacionados ao Tribunal
de Justiça, como a Resolução CFP No 006/2015.
C
seguir as normas jurídicas padronizadas pelo Tribunal
de Justiça e Defensorias para elaboração de
documentos escritos, por equipe técnica multiprofissional,
o que está previsto na Resolução CFP
No 002/2015.
D
considerar o Código de Ética do Psicólogo e as
normas estabelecidas pela Associação dos juristas,
podendo dispensar pesquisa em Resoluções CFP,
se o documento estiver em consonância com a
solicitação do juiz.
E
sempre manter o rigor técnico e ético exigido na
Resolução CFP No 07/2003 que institui o Manual de
Elaboração de Documentos Escritos produzidos pelo
psicólogo, decorrentes da avaliação psicológica.