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De acordo com a estimativa do INCA de 2018, assinale a alternativa que apresenta o tipo de câncer mais incidente entre os homens no Brasil, exceto pele não melanoma :
Cólon
Leucemia
Próstata
Pulmão
Rim
De acordo com a estimativa do INCA de 2018, assinale a alternativa que apresenta o tipo de câncer mais incidente entre mulheres no Brasil, exceto pele não melanoma.
Colo de útero
Mama
Ovário
Cólon e Reto
Glândulas Tireoide
Segundo o Consenso Nacional de Nutrição Oncológica, qual é a oferta recomendada de proteínas (em g/kg de peso ideal) para paciente oncológico crítico adulto obeso com IMC entre 30 e 40 kg/m2?
Considerando as orientações do Protocolo de Tratamento com Iodo Radioativo do Instituto Nacional do Câncer (INCA), assinale a alternativa correta quanto à iodoterapia.
A complementação da terapia com iodo radioativo para o tratamento do câncer de tireoide está contraindicada, de forma absoluta, quando há invasão vascular e da cápsula glandular.
Pacientes submetidos a tratamento com iodo radioativo em doses cumulativas superiores a 900 mCi estão mais protegidos de alterações na fertilidade, fibrose pulmonar, indução de outras neoplasias que pacientes submetidos a baixas dosagens por curto período.
Se o paciente não estiver em tratamento supressivo com hormônio tireoidiano, deve-se iniciá-lo de duas a três semanas antes da iodoterapia se T3 e, se T4, de quatro a seis semanas antes.
A iodoterapia deve iniciar-se o mais brevemente após o procedimento cirúrgico de remoção do tumor, sendo o prazo ideal de até 48 horas; após três ou quatro semanas do procedimento cirúrgico, poderão surgir diversas complicações, além da limitação da eficácia da iodoterapia.
Recomenda-se que se aguarde um prazo de 30 dias entre o uso de medicamentos ou contrastes radiológicos iodados e o início da iodoterapia.
A Saúde do Trabalhador constitui uma das áreas da Saúde Pública, caracterizando-se por ter como objeto de estudo e intervenção as relações entre o trabalho e a saúde. Seus objetivos compreendem a promoção e a proteção da saúde do trabalhador, desenvolvidos, entre outras ações, por meio da vigilância dos riscos presentes nos ambientes e condições de trabalho, dos agravos à saúde do trabalhador e a organização e prestação da assistência aos trabalhadores, nela compreendidos os procedimentos de diagnóstico, tratamento e reabilitação de forma integrada, no Sistema único de Saúde (SUS) (Brasil, 2012). Nesse contexto, a vigilância a saúde da mulher constitui fator de extrema importância, em razão de sua inserção no mercado de trabalho e das dificuldades em acessar os serviços de saúde em função do trabalho. Considerando as afirmativas, o enfermeiro do trabalho, tem por responsabilidade assegurar as mulheres trabalhadoras, orientações que visem à promoção da saúde, prevenção de doenças e agravos. Com destaque para as ações de prevenção que orientações deveriam ser disponibilizadas pelo enfermeiro do trabalho, segundo referencial do Instituto nacional do Câncer (INCA) em relação à indicação e periodicidade da coleta do exame de citologia oncótica do colo de útero é incorreto afirmar:
O método de rastreamento do câncer do colo do útero no brasil é o exame citopatológico (exame de Papanicolaou), que deve ser oferecido às mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos e que já tiveram atividade sexual.
A rotina recomendada para o rastreamento no brasil é a repetição do exame Papanicolaou a cada três anos, após dois exames normais consecutivos realizados com um intervalo de um ano. A repetição em um ano após o primeiro teste tem como objetivo reduzir a possibilidade de um resultado falso-negativo na primeira rodada do rastreamento. A periodicidade de três anos tem como base a recomendação da OMS e as diretrizes da maioria dos países com programa de rastreamento organizado. Tais diretrizes justificam-se pela ausência de evidências de que o rastreamento anual seja significativamente mais efetivo do que se realizado em intervalo de três anos.
O rastreamento de mulheres portadoras do vírus HIV ou imunodeprimidas constitui uma situação especial, pois, em função da defesa imunológica reduzida e, consequentemente, da maior vulnerabilidade para as lesões precursoras do câncer do colo do útero, o exame deve ser realizado logo após o início da atividade sexual, com periodicidade anual após dois exames normais consecutivos realizados com intervalo semestral.
O Sistema de Informação do Pré-Natal e Nascimento (SISPRENATAL) é uma ferramenta de gerência das ações do programa de controle do câncer de colo do útero. Os dados gerados pelo sistema permitem avaliar a cobertura da população-alvo, a qualidade dos exames, a prevalência das lesões precursoras, a situação do seguimento das mulheres com exames alterados, dentre outras informações relevantes ao acompanhamento e melhoria das ações de rastreamento, diagnóstico e tratamento.


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A partir dos dados gerados pela rede de RCBP por meio da coleta, análise, interpretação e divulgação das informações, o INCA estima a incidência dos cânceres, seu comportamento espaço-temporal e a sobrevida populacional.
O sistema de vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico (VIGITEL) fortalece a vigilância dos cânceres, produzindo dados periódicos de abrangência nacional.
A implantação do sistema APAC-ONCO permitiu a produção de dados úteis para se definir a frequência da ocorrência e traçar o perfil do câncer nas unidades ambulatoriais do Brasil.
A APAC-ONCO, emitida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), registra os pacientes dos planos de saúde submetidos à quimioterapia e radioterapia.


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Além dos RCBP, o Brasil possui outras duas fontes de informação específicas que são os registros hospitalares de câncer (RHC) e a autorização de procedimentos de alta complexidade em oncologia (APAC-ONCO).
As informações produzidas pelos RCBP são divulgadas, periodicamente, pelo INCA, órgão do MS que define as políticas de saúde para o câncer e planeja as intervenções a serem implementadas no país.
A APAC de radioterapia (APC-RT) e a de quimioterapia (APACQT) são emitidas mediante a apresentação de um laudo médico, com três blocos de dados: do estabelecimento de saúde, do doente e do médico solicitante; da neoplasia; e do plano terapêutico global.
Os medicamentos administrados por via endovenosa devem apresentar um nível de pirogênio igual ao do limite estipulado pela Farmacopéia Brasileira.