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É premissa básica dos fundos setoriais induzir o aumento dos investimentos privados em C&T.
No contexto dos programas de cooperação com a Alemanha, o CNPq lançou há menos de um ano edital para apoiar projetos na área de ciências do mar.
Foram concebidas como espaços de negociação para melhorar a conectividade entre os agentes pertinentes, ou seja, para se identificarem problemas, organizarem-se e negociarem-se soluções.
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) foi pioneiro na implementação dessas plataformas, tendo obtido muito sucesso nas experiências que realizou.
Adotam abordagem linear, segundo o modelo de inovação tecnológica conhecido como demand-pull (orientado pela demanda), que se fundamenta na identificação das demandas das empresas que atuam nos vários elos de uma cadeia produtiva.
A opção metodológica adotada é uma variante presencial do método DELPHI. Assim, reúnem-se especialistas a fim de se obterem instruções voltadas para a solução de problemas de cadeias produtivas selecionadas.
manutenção dos mecanismos de gestão dos institutos de pesquisa tecnológica vinculados ao MCT, a partir da avaliação contida no Relatório Tundisi.
retomada da atuação regional do MCT, com a aprovação de inúmeros projetos de desenvolvimento tecnológico, em parceria com o Ministério da Integração e com apoio da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica, bem como das secretarias estaduais de ciência e tecnologia.
criação do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), atendendo a decisões da Conferência Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação, com o objetivo de realizar estudos prospectivos setoriais e contribuir para a gestão dos fundos como uma autarquia vinculada ao MCT.
Foram concebidas no processo de negociação do MCT junto ao Banco Mundial no planejamento do componente de desenvolvimento tecnológico do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico, em sua terceira fase (PADCT III), com o objetivo de gerar demanda por projetos cooperativos, envolvendo a participação de empresas.
criação, em dezembro de 2001, de mais quatro fundos setoriais para financiar atividades de pesquisa e desenvolvimento nas áreas de petróleo, energia, transportes e telecomunicações.