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Consta nas Diretrizes Educacionais Pedagógicas para Educação Infantil da Prefeitura Municipal de Florianópolis (2010):
Ao investigar as relações entre bebês de mais ou menos um ano, no contexto da creche, foi constatado que a imitação era uma forma de contato recorrente entre as crianças.
No diálogo com Mauss (1974), no plano da Antropologia, foi possível afirmar que na imitação o ato impõe-se de fora, no sentido de que as crianças escolhem imitar aquilo que tem prestígio, valor social e interesse para elas.
A imitação se apresenta como expansão da criança, exploração de possibilidades que brotam no contato com o social e afetam quem imita.
Vygotsky (1989) propõe que:
A criança só imita aquilo que está no seu nível de desenvolvimento.
A criança imita qualquer ato, em qualquer tempo.
Ao imitar, a criança reproduz, de maneira mecânica e linear, o que ela vê em seu entorno.
A imitação só acontece quando a criança já possui domínio pleno da noção de lateralidade.
A imitação revela somente as ações para as quais ela ainda precisa de muita ajuda para realizar sozinha.