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Há quase 5 anos, a cão-guia golden retriever Mellie e o mineiro Thiago Felipe Diniz Fig...

Há quase 5 anos, a cão-guia golden retriever Mellie e o mineiro Thiago Felipe Diniz Figueiredo, 37, são companheiros inseparáveis. Com direito a crachá e uniforme, Mellie acompanha o tutor, assessor de TI na Diretoria de Tecnologia do BB (Ditec/BB), nas tarefas diárias. O funcionário é deficiente visual e a cão-guia passou a ser fundamental em sua vida. [...] Mellie é norte-americana e Thiago foi buscá-la em Ohio, nos Estados Unidos [...] em 2017. [...] Thiago ficou três semanas nas terras do Tio Sam, passando por treinamentos junto com o animal. Apesar de extremamente dócil, Mellie não é considerada um pet e, por isso, há recomendações específicas que devem ser seguidas não só por Thiago, mas por todos que cruzam com a dupla pelos corredores do banco. “Não se deve mexer com o cachorro quando ele estiver em trabalho. Não oferecer comida, não pegar na guia são algumas das orientações”, explica o bancário.


RODRIGUES, M. Conheça Mellie, cão-guia que “trabalha” no Banco do Brasil em Brasília. Metrópoles, Distrito Federal, 10 dez. 2021. Disponível em: https://www.metropoles.com/distrito-federal/conheca-mellie-cao-guia-que-trabalha-no-banco-do-brasil-em-brasilia. Acesso em: 31 jan. 2025. Adaptado.


Conforme apresentado na matéria anterior e de acordo com o Decreto nº 5.904, de 2006, a presença de cão-guia para auxílio de deficientes visuais


A

é direito da pessoa com deficiência, de maneira que impedir ou dificultar seu ingresso ou permanência em locais públicos ou privados de uso coletivo pode incorrer em pagamento de multa.


B

é direito da pessoa com deficiência, porém pode incorrer em pagamento de taxa extra ou ingresso, quando aplicável, a ser acrescido do valor pago pela pessoa deficiente.


C

é de amplo direito em locais públicos (como ruas e praças), ainda que proibido em locais privados (como cinemas e centros esportivos).


D

está necessariamente vinculada ao uso de focinheira em locais públicos e privados de uso coletivo, para segurança do tutor e dos demais cidadãos.


E

é permitida, desde que o centro de treinamento do animal se localize em território nacional, sendo vedado o uso de cães treinados no exterior em função da barreira linguística.