Conforme o Código de Ética do Tradutor e Intérprete de LIBRAS,
o intérprete
A
deve encorajar pessoas surdas a buscarem decisões legais ou
outras decisões em seu favor, sempre que necessário.
B
deve interpretar fielmente e com o melhor da sua habilidade,
fazendo interferências somente quando houver necessidade.
C
pode, durante a atuação, vestir-se da maneira que mais lhe
convier, pois sua função principal é a mediação linguística.
D
pode criar sinais quando necessário para o entendimento, desde
que respeite as regras das línguas envolvidas durante sua
atuação.
E
deve reconhecer seu próprio nível de competência e ser
prudente em aceitar tarefas, procurando assistência de outros
intérpretes e(ou) profissionais quando julgar necessário.