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A captura de bagres realizada pela pesca artesanal no estuário do Amazonas é feita com rede de emalhar a deriva, arrastada pelas correntes de maré, e raramente são fixadas em uma mesma posição.
O algodão, o sisal, o linho, o agave e a juta são exemplos de fibras de origem vegetal.
A pesca da piramutaba no estuário amazônico é praticada somente com o uso de embarcações motorizadas da frota industrial.
As embarcações que operam na pesca industrial de camarões na costa norte utilizam-se, durante as operações de pesca, de uma única rede de arrasto, com método semelhante ao utilizado na pesca de piramutaba.
Os ventos e as correntezas não são fatores a serem considerados no lançamento de uma rede de espera.
A linha pargueira, petrecho de pesca utilizado na captura do pargo no litoral do Pará e Amapá, é constituída por uma linha principal e linhas secundárias em cujas extremidades são fixados os anzóis e as chumbadas.
A rede malhadeira, também conhecida como arrastão ou bubuia, normalmente empregada na captura de bagres, pertence ao grupo das redes de emalhar.
As fibras naturais de origem vegetal são geralmente compostas por celulose; ao serem submersas na água, são atacadas por microrganismos.
A muruada é uma armadilha móvel, de fundo, composta de puçás que são instalados em série, variando a quantidade em função do local de pesca.
As cidades de Belém e Macapá são consideradas porto-base da frota arrasteira industrial permissionada que opera na pesca de piramutaba.
Na pesca comercial, a redinha e a malhadeira são os petrechos mais utilizados.
A pouca resistência à abrasão, a pouca elasticidade e a permeabilidade são características das fibras naturais.
Na tapagem, a abertura da toca é fechada com lama, asfixiando-se, assim, o animal. Este, ao abrir a toca e sair do buraco à procura de ar, é capturado.
Em águas continentais da região amazônica, o camarãoregional é principalmente capturado com matapis.
O matapi, armadilha feita de tábuas de palmeira normalmente posicionada nas margens da foz de rios e igarapés, pertence ao grupo das artes fixas.
O transporte de cargas refrigeradas pode ser realizado em contêiner refrigerado que disponha de sistema de refrigeração para manter a mercadoria em baixas temperaturas, ou em contêiner que empregue gás refrigerante bombeado para seu interior por sistemas externos do navio ou terminal.
A identificação do contêiner é feita por um código composto por 11 caracteres. São quatro letras que identificam o responsável pela construção do contêiner e seis dígitos seguidos de mais um dígito de controle que garantem que a unidade é única.
A pescada-gó é capturada, nos estuários do rio Amazonas, por pescadores artesanais com redes de emalhar e em currais de pesca.
A dimensão da malha de uma rede de pesca não delimita o tamanho do peixe a ser capturado.
Entre as fibras artificiais encontram-se a poliamida, o polietileno, o polipropileno e o poliéster, sendo o polietileno a fibra mais difundida no Brasil.