

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Enquanto espaço legítimo de formação humana e produção do conhecimento, a universidade deve assumir o desafio de promover uma educação inclusiva, com atendimento de qualidade aos acadêmicos que apresentarem qualquer tipo de deficiência. Acerca da educação inclusiva, verifica-se o seguinte:
as práticas educativas integracionistas são inerentes à toda e qualquer pessoa, visto que a sociedade como um todo sempre esteve preparada para modelos de educação voltados à promoção do convívio social, tanto no que diz respeito aos ambientes quanto às práticas pedagógicas.
os documentos e normativas que trataram educação especial a partir da década de 1980 foram importantes para que as práticas educativas mantivessem um modelo segregacionista ao invés de se tornarem integracionista, voltados à promoção do convívio social.
a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência garante que, todos os indivíduos que têm algum tipo de deficiência serão acolhidos pelas Instituições de Ensino Superior, com as devidas adequações estruturais nos ambientes, excetuando-se interprete de libras.
a ampliação do número de pessoas com deficiência no Ensino Superior passa pela efetivação de uma educação inclusiva, o que requer a criação de núcleos de acessibilidade que busquem o diálogo entre gestores, coordenadores, professores e alunos.
com a aprovação da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, nº 13.146, de 6 de julho de 2015, as universidades têm se recusado a garantir o acesso para todos os indivíduos com algum tipo de deficiência.