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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), publicada em 2017, trouxe novas perspectivas em relação às concepções de língua inglesa no contexto da educação brasileira. Sobre isso, leia o excerto a seguir e responda o que se pede:
"Nessa proposta, a língua inglesa não é mais aquela do 'estrangeiro', oriundo de países hegemônicos, cujos falantes servem de modelo a ser seguido, nem tampouco trata-se de uma variante da língua inglesa. Nessa perspectiva, são acolhidos e legitimados os usos que dela fazem falantes espalhados no mundo inteiro, com diferentes repertórios linguísticos e culturais, o que possibilita, por exemplo, questionar a visão de que o único inglês 'correto' − e a ser ensinado − é aquele falado por estadunidenses ou britânicos" (p. 241).
A concepção de língua inglesa adotada a partir da publicação desse documento passa a ser:
Como língua franca utilizada em diversos países ao redor do mundo e que legitima a diversidade cultural.
Como língua nativa e exclusiva dos países do hemisfério norte que detêm o modelo a ser seguido.
Como língua hegemônica com uso correto da gramática apenas na Inglaterra e Estados Unidos.
Como língua dominante que não permite a diversidade linguística e cultural do mundo globalizado.
Como língua estrangeira que deve ser tratada com distanciamento e com foco no falante nativo e ideal.