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“Aprender a língua inglesa propicia a criação de novas formas de engajamento e participação dos alunos em um mundo social cada vez mais globalizado e plural, em que as fronteiras entre países e interesses pessoais, locais, regionais, nacionais e transnacionais estão cada vez mais difusas e contraditórias. Assim, o estudo da língua inglesa pode possibilitar a todos o acesso aos saberes linguísticos necessários para engajamento e participação, contribuindo para o agenciamento crítico dos estudantes e para o exercício da cidadania ativa, além de ampliar as possibilidades de interação e mobilidade, abrindo novos percursos de construção de conhecimentos e de continuidade nos estudos.”
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Educação é a base. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_publicaca o.pdf>.
De acordo com o texto acima, é esse caráter formativo que inscreve a aprendizagem de inglês em:
Uma relação entre língua, território e cultura, na medida em que os falantes de inglês se encontram apenas nos países em que essa é a língua oficial.
Atender as perspectivas de compreensão de uma língua estrangeira moderna e constituir-se diversificada nos parâmetros curriculares internacionais.
Outras terminologias, mais recentemente propostas, que ainda provocam um intenso debate no campo, tais como inglês como língua internacional.
Status de língua franca, assim contextualizado por teóricos do campo em estudos recentes que explicam os usos da língua inglesa no mundo contemporâneo.
Uma perspectiva de educação linguística, consciente e crítica, na qual as dimensões pedagógicas e políticas estão intrinsecamente ligadas.