

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Leia o texto para responder às questões de números 05 a 08.
Embora diversos estudos já tenham comprovado a associação direta entre a exposição involuntária à fumaça do cigarro em ambientes fechados e o aumento do risco de doenças pulmonares e cardiovasculares, pouco se sabe sobre os efeitos do fumo passivo em lugares abertos. Mas uma pesquisa do Hospital Moinhos de Vento, feita em parceria com a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), trouxe um indício de que ficar exposto às substâncias tóxicas do cigarro em áreas ao ar livre também pode causar prejuízos para a saúde.
A pesquisa teve duas frentes. Na primeira, um aparelho foi usado para medir a qualidade do ar na área onde fumar era permitido, localizada no bosque do hospital. Foi feita uma comparação com o espaço ao lado, onde o cigarro era proibido. O fumódromo apresentou uma média de 66 mcg/m3 de partículas respiráveis no ar (poeira que tem capacidade de chegar até o pulmão), com picos de 900. Do outro lado, durante os 10 dias de coleta, as médias foram inferiores a 25, índice preconizado como aceitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
(http://zh.clicrbs.com.br, 13.03.2016)
Assinale a alternativa correta quanto ao uso ou não do acento indicativo de crase e à regência.
Estudiosos chegaram a conclusão que os ambientes fechados oferecem riscos à saúde das pessoas.
Foi feita uma comparação entre uma área aberta em que era proibido fumar e uma outra, onde se tinha acesso à cigarros.
A pesquisa indicou de que, no fumódromo, pode-se chegar à 900 mcg/m3 de partículas respiráveis no ar.
A pesquisa observou como o ar começava à ficar em lugares abertos, tendo uma área de fumantes e outra de não fumantes.
Dirigindo-se a locais abertos, sem fumantes, as pessoas estão menos expostas às substâncias tóxicas.