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Nas relações de coesão do texto A crítica da razão...

Texto para as próximas três questões

1 O modelo de racionalidade que orienta a ciência constituiu-se a partir da revolução científica do século XVI e foi desenvolvido nos séculos seguintes basicamente no domínio

4 das ciências naturais. Ainda que com alguns prenúncios no século XVII, é só no século XIX que este modelo de racionalidade se estende às ciências sociais emergentes. A

7 partir de então se pode falar de um modelo global de racionalidade científica que admite variedade interna, mas que se defende ostensivamente de duas formas de conhecimento

10 científico: o senso comum e as chamadas humanidades ou estudos humanísticos. Sendo um modelo global, a nova racionalidade científica é também um modelo totalitário, na

13 medida em que nega o caráter racional a todas as formas de conhecimento que não se pautarem pelos seus princípios epistemológicos e pelas suas regras metodológicas. É esta a sua

16 característica fundamental e a que melhor simboliza a ruptura do novo paradigma científico com os que o precedem.

Boaventura de Sousa Santos. A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. 2 0 07, p . 6 0 - 1 ( c o m a d a p t a ç õ e s )

Nas relações de coesão do texto A crítica da razão indolente:...,


A

o termo “este modelo” (ℓ.5) retoma a expressão “revolução científica” (ℓ.2).


B

o termo “então” (ℓ.7) retoma a expressão “século XVI” (ℓ.2).


C

o sujeito da forma verbal “pautarem” (ℓ.14) está elíptico e seu referente é “todas as formas de conhecimento” (ℓ. 13 e 14).


D

os pronomes “que” (ℓ.8) referem-se a “um modelo global de racionalidade científica” (ℓ. 7 e 8).


E

a partícula “se”, em “constituiu-se” (ℓ.2), refere-se a “ciência” (ℓ.1).