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Assinale a alternativa que contenha a classificação correta...

Leia os textos I a IV a seguir e assinale a única resposta correta em cada uma das questões.


TEXTO I


Quando os balineses preparam o cadáver para ser enterrado, leem histórias uns para os

outros, histórias comuns, de coleções de seus contos mais familiares. Leem-nas sem parar, vinte e

quatro horas por dia, durante dois ou três dias sem parar, não porque precisem de distração, mas por

causa do perigo dos demônios. Os demônios apoderam-se das almas durante o período vulnerável

5 imediatamente após uma morte, mas as histórias os mantêm afastados. Como as caixas chinesas ou

as sebes inglesas, as histórias contêm contos dentro de contos, de maneira que se entra por um e

vai-se dar em outro, passando de uma trama para outra cada vez que se vira uma esquina até, afinal,

alcançar o núcleo do espaço narrativo, que corresponde ao lugar ocupado pelo cadáver dentro do

pátio interno da casa. Os demônios não conseguem penetrar nesses espaços, porque não podem

10 dobrar esquinas. Batem as cabeças, inutilmente, contra o labirinto narrativo que os leitores

construíram e, assim, a leitura fornece uma espécie de fortificação de defesa em torno do ritual

balinês. Cria uma muralha de palavras, que opera como a interferência nos programas de rádio. Não

diverte, não instrui, não melhora ninguém nem ajuda a passar o tempo: pela imbricação da narrativa e

a cacofonia do som, protege as almas.


(DARNTON, Robert. O grande massacre de gatos: e outros episódios da história cultural francesa. 4º ed. Tradução de Sonia Coutinho. Rio de

Janeiro: Graal, 1986, p. 278).


TEXTO II


Brasil mantém últimas colocações no Pisa


País teve desempenho abaixo da média em ciências, leitura e matemática, mas ampliou número de alunos escolarizados


Divulgados nesta terça-feira 6, os resultados do Pisa 2015, mais importante exame

educacional do mundo, elaborado a cada três anos pela Organização para a Cooperação e

Desenvolvimento Econômico (OCDE) com o intuito de aferir a qualidade, equidade e eficiência dos

sistemas escolares, mostraram mais uma vez os alunos brasileiros nas últimas posições do ranking.

5 O Pisa 2015 testou cerca de 540 mil estudantes de 15 anos de idade de 72 países. Nas três

áreas avaliadas, ciências, leitura e matemática, os estudantes brasileiros tiveram desempenho abaixo da média

da OCDE. Se em ciências e leitura os dados revelaram estagnação, em matemática houve

uma pequena queda na performance.

Entre as 72 nações, o relatório mostrou o País na 63º posição em ciências, na 59º em leitura e

10 na 66º colocação em matemática. Em ciências, os alunos brasileiros obtiveram 401 pontos contra 493

pontos da média da OCDE, em leitura, 407 pontos ante 493, e em matemática, 377 pontos contra

490.

No quadro geral, quase metade (44,1%) dos estudantes brasileiros obteve performance abaixo

do nível 2 da prova, considerado adequado. Cerca de 56% pontuaram abaixo do nível 2 em ciências e

15 metade dos alunos ficaram abaixo do adequado em leitura. A área de matemática revelou o quadro

mais crítico: 70,25% estão abaixo do esperado.

Para o especialista em avaliação Ocimar Munhoz Alavarse, professor da Faculdade de

Educação da USP, no entanto, os resultados são compatíveis com as edições anteriores e

condizentes com a realidade educacional brasileira. “O Pisa não avalia tudo que a escola faz, mas

20 mede aspectos importantes. A verdade é que o exame sempre mostrou resultados baixos e

preocupantes. Mas se você analisar a curva de tendência, a projeção é que o Brasil passe, inclusive, a

média da OCDE. O problema é que isso vai levar muito tempo”. Segundo o professor, para passar a

média de leitura, por exemplo, o País levará 58 anos.

Para Patrícia Mota Guedes, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Fundação Itaú Social,

25 há duas análises que podem ser feitas a partir dos resultados do Pisa. Uma é comparar o Brasil aos

outros países, já outra é compará-lo à sua própria condição. “Não surpreende o fato de o Brasil estar

abaixo da média da OCDE. Aliás, foi observada uma tendência de estagnação não só aqui, mas em

diversos países. Só uma dúzia conseguiu avanços significativos como Cingapura e Macau, que já

possuem um histórico de alto rendimento, e alguns poucos que tiveram uma alavancada apesar do

30 histórico de baixo desempenho como a Colômbia”, diz.

Além de evidenciar o quanto o País precisa avançar em estratégias estruturantes para a

melhoria da educação, os resultados do Pisa, diz Patrícia, servem para apontar o que outros países

estão fazendo de correto e, portanto, quais são as políticas educacionais de sucesso. “Entre os

países que se destacaram no exame, vemos um contexto de valorização do professor muito forte,

35 tanto no ponto de vista da carreira, da formação inicial e continuada, como nos critérios de seleção”,

diz.

Na análise de Alavarse, os resultados da avaliação, inclusive, derrubam o argumento do

governo para reformar o Ensino Médio. “Como os alunos que fazem a prova têm 15 anos, os dados

refletem mais o Ensino Fundamental do que o Médio. Logo, o diagnóstico está errado, o ponto crítico

40 são os anos finais do Ensino Fundamental, de onde os alunos estão saindo com proficiências muito

baixas”, diz.

Baixo investimento X ampliação da escolarização

45 O Pisa 2015 também apontou a defasagem do investimento brasileiro em educação

comparado a outros países do mundo. Segundo o relatório, o gasto acumulado por aluno entre 6 e 15

anos de idade no Brasil (38.190 dólares) equivale a 42% da média do gasto por aluno em países da

OCDE (90.294 dólares). No entanto, o valor é superior ao investido em 2012, quando correspondia a

32%.

50 “Aumentos no investimento em educação precisam agora ser convertidos em melhores

resultados na aprendizagem dos alunos. Outros países, como a Colômbia, o México e o Uruguai

obtiveram resultados melhores em 2015 em comparação ao Brasil muito embora tenham um custo

médio por aluno inferior. O Chile, com um gasto por aluno semelhante ao do Brasil (40.607 dólares),

também obteve uma pontuação melhor (477 pontos) em ciências”, aponta o documento.

55 Para Alavarse, a questão do investimento é crucial e deve se complicar nos próximos anos. “O

problema evidenciado pelo Pisa não é a posição que o Brasil ocupa na lista, mas como fazer com que

as crianças aprendam e para isso é preciso investimentos e políticas públicas de aprendizagem.

Agora, com a PEC do congelamentos dos gastos, a tendência é que isso só piore no futuro”.

Patrícia concorda sobre a necessidade de aumentar os investimentos em educação. “É muito

60 importante, sobretudo em um país como o nosso, que está em um patamar já baixo de custo por

aluno, além de ser essencial para a implementação de políticas como a de formação de professores,

que são pontos-chaves dos sistemas dos países que estão no topo do Pisa”.

O relatório também destaca que, no Brasil, 71% dos jovens na faixa de 15 anos de idade estão

matriculados na escola a partir da 7º série, o que corresponde a um acréscimo de 15% em relação a

65 2003, uma ampliação notável de escolarização. “O fato de o Brasil ter expandido o acesso escolar a

novas parcelas da população de jovens sem declínios no desempenho médio dos alunos é um

desenvolvimento bastante positivo”, diz o documento.

Para Patrícia, este é um argumento importante. “Se por um lado temos a notícia negativa do

baixo desempenho dos alunos, por outro, conseguimos aumentar o número de alunos na escola

70 mantendo um desempenho estável. Também conseguimos reduzir o impacto do nível

socioeconômico no desempenho do aluno, isto é, avançar um pouco na questão da equidade”,

aponta.

Entre os pontos evidenciados como problemáticos está a alta taxa de reprovação do sistema

educacional brasileiro. A média do País aparece como três vezes superior à da OCDE. “Temos uma

75 cultura de reprovação que já mostrou não funcionar. Cerca de 36% dos alunos brasileiros que fizeram

o Pisa foram reprovados em algum momento da vida escolar e já temos diversas evidências que reter

aluno não faz com que ele aprenda mais, pelo contrário, só reduz seu engajamento com a escola”, diz

Patrícia.


(PAIVA, Thais. “Brasil mantêm últimas onça no Pisa”, Carta educação, 06 de dezembro de 2016. Disponível em:

http://www.cartaeeducacao.com.br/reportagens/brasil-mantem-ultimas-colocacoes-no-pisa/; último acesso em 19/09/2017)


TEXTO III


Até aqui, tudo bem!


Na mesa do meu escritório, de onde avisto os prédios do bairro de classe média alta de

Higienópolis, do outro lado da Avenida Pacaembu, em São Paulo, há um porta-retrato. Nele, uma

fotografia embaçada registra uma estranha composição: em primeiro plano um menino, trajando uma

curta blusa de flanela, um desajeitado short e um sujo par de chinelos de dedo, tristes e assustados

5 olhos semifechados. Pousadas em seus ombros magros, duas mãos femininas; ao lado, parte de uma

perna de calça e uma barriga, que se adivinha em breve proeminente, indica a existência de um

homem (marido das mãos femininas, talvez). Assentada sobre o braço da mulher, uma outra mão.

Pela posição das sombras, deduz-se a tarde, e pelas roupas, o final de inverno. Assim a foto sobre a

mesa: o menino surge de corpo inteiro, mas os outros três personagens são inidentificáveis — falta-

10 lhes o rosto, página em branco onde se imprime nossa individualidade, nossa singularidade, nossa

história, enfim.

Todo o meu esforço como escritor tem sido o de tentar recompor essa imagem. O menino,

identifico-o, sou eu, aos cinco ou seis anos de idade. Mas quem são os outros três personagens que,

numa tarde de inverno para sempre perdida, imobilizaram-se para o olhar amador de alguém por

15 detrás da máquina fotográfica? (...)

Tive o privilégio de nascer numa pequena cidade do interior de Minas Gerais chamada

Cataguases. Digo privilégio pelo fato de ter crescido num lugar de forte tradição industrial - onde os

interesses de classe são bem demarcados, conformando-nos uma visão de mundo menos ingênua,

mais pragmática. (...)

20 A indústria têxtil implantou-se em Cataguases a partir da década de 1910, fruto da inversão de

capitais da cafeicultura em crise, e expandiu-se, atraindo mão de obra da região, afundada na

pasmaceira da agricultura de subsistência. Na década de 1950, recém-casados, meus pais

abandonaram a total falta de perspectiva da roça e buscaram dias melhores em Cataguases. Ambos,

embora meu pai semi-analfabeto e minha mãe analfabeta, tinham consciência de que somente o

25 conhecimento formal acenaria com possibilidades de mudanças reais para os filhos e incentivaram-

nos a estudar. Sonhavam para nós uma vida de operários especializados, com salário suficiente para

comprar casa própria, enfeitá-la com inúmeros eletrodomésticos, casar, ter filhos saudáveis, futuro

garantido, estável... Tudo o que lhes foi negado, enfim...

Meu irmão formou-se ajustador-mecânico. Fez carreira brilhante: trabalhou em Diadema, na

30 Grande São Paulo, voltou, a convite, para Cataguases, e com 26 anos conquistava o lugar de

encarregado-geral de uma fábrica de tecidos. Mas, por essa época, uma descarga de 22 mil volts

interrompeu sua ascensão... Minha irmã, tecelã, largou os estudos e o trabalho para se casar... Hoje é

merendeira de uma escola pública municipal... Quanto a mim... Bem, quanto a mim, posso dizer a

meu favor que tudo se encaminhava segundo os preceitos de meus pais: estudante mediano,

35 cavalgava-me, até que, num início de ano letivo, refugiando minha timidez numa biblioteca, passeava

meus olhos displicentes pela lombada dos livros, quando a bibliotecária, confundindo distração com

interesse, pescou-me, felicíssima, depositando em minhas mãos um livro, que por polidez não

recusei. Carreguei-o para casa, abri-o e, em dois ou três dias de profunda excitação, li-o, deitado

numa poltrona de napa amarela, as janelas escancaradas para a imóvel tarde anil de verão.

40 Nunca deixarei de lembrar daquela semana, daquele verão, daquela poltrona, daquele livro, do

barulho líquido que vinha do puxado de telhas de amianto onde minha mãe, esfregando roupas no

tanque, calada intuía o veneno que exalava das aparentemente inocentes páginas impressas, que,

consumindo-me em febres, me conduziam a abismos de onde ninguém volta incólume. Eu tinha doze

anos e pela primeira vez me dava conta de que o mundo era maior que meu bairro, maior que minha

45 cidade, maior talvez que as montanhas que azulavam lá longe. E isso descobri pelas palavras de um

escritor ucraniano, então soviético, Anatoly Kusnetzov, e seu romance-documentário, Bábi lar, que

narra o genocídio de milhares de judeus num campo de extermínio nas proximidades de Kiev. Por

erráticos mistérios, o menino do bairro do Paraíso, em Cataguases, identificou-se imediatamente com

a solidão, a angústia, o senso de sobrevivência daquelas famílias judias em plena Segunda Guerra

50 Mundial.

Então, minha cidade, que julgava tão Íntima, surgiu outra à minha frente. Percebi, assustado,

que minha sina seria seguir os passos do meu irmão e da minha irmã, que acordavam antes do sol e

ensonados, dirigiam-se de bicicleta rumo à fábrica, incendiando seus sonhos por detrás de janelas

hermeticamente fechadas, calor e barulho insuportáveis. Ou dos nossos conhecidos, que levavam a

55 tristeza aos botequins para embriagar-se de álcool e futebol. Ou dos nossos vizinhos, cujos filhos

sumiam em direção a São Paulo ou Rio de Janeiro, em busca de uma alforria nunca assinada. Ou

das mulheres todas, que se entupiam de tranquilizantes ou de ilusões. E abracei-me aos oitis e ficus

que protegem as calçadas e irriguei o leito do rio Pomba, que corta a cidade. Passei a frequentar com

assiduidade a biblioteca. Li todos os dezoito volumes do Tesouro da Juventude e devorei a esmo

60 romances brasileiros e estrangeiros, afundando-me, cada vez mais, na areia movediça da

inquietação.


(RUFFATO,Luiz. "Até aqui, tudo bem!". Agua da palavra: revista de literatura e teorias, número 03, março de 2011, p. 01-02).


TEXTO IV

Estimulo à leitura


Lei promulgada em 2010 estabeleceu a meta para que, no ano 2020, todas as instituições de

ensino públicas e privadas tenham bibliotecas à disposição de seus alunos. O diploma legal torna

obrigatório que haja nas estantes, no mínimo, um título para cada aluno matriculado, cabendo aos

estabelecimentos educacionais a responsabilidade pelas orientações para a preservação e a

05 organização desses ambientes.

No entanto, fazer a relação do estudante brasileiro com o livro, aproximando-o da realidade

encontrada em outros grandes países, vai requerer mais do que construir espaços voltados à leitura.

A conquista mais decisiva na busca por tal fim deve passar pela tarefa de convencer as crianças

sobre as possibilidades que se abrem quando os livros são incorporados ao seu universo cotidiano.

10 A divulgação anual do Pisa (Programa de Avaliação Internacional de Estudantes) expressa,

em dados estatísticos, a relação precária dos estudantes brasileiros com a leitura. O recente

levantamento mostrou cenário grave nas áreas de matemática e ciências, mas também destacou que

o País não alcançou a nota média (493 pontos) de proficiência em linguagem atingida pelas nações

que integram a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Conforme o

15 exame, 51% dos alunos no Brasil estão abaixo do patamar adequado. A maioria tem dificuldades para

interpretar os textos lidos, desenvolver raciocínio a partir deles e ampliar a capacidade de adquirir

conhecimento.

A falta de leitura no decorrer da juventude se reflete nas demais faixas etárias, que também

cultivam, em geral, pouco apreço à atividade. Avalia-se que o brasileiro lê, em média, apenas 1,3 livro

20 por ano, enquanto o francês consome sete obras e os norte-americanos devoram aproximadamente

11 publicações. Na quarta edição da "Pesquisa Retratos da Leitura", realizada pelo Instituto Pró-Livro,

revelou-se que 73% das pessoas no Brasil não frequentam bibliotecas. Existe somente uma unidade

pública para cada 33 mil habitantes. Na Argentina, há um espaço público destinado à leitura para

cada 17mil pessoas.

25 É preciso atualizar os métodos de ensino para mudar esse quadro e fazer as pessoas

assimilarem a leitura como um exercício fascinante. Dialogar com outras plataformas se tornou uma

maneira de despertar esse interesse em jovens estudantes. Nas escolas espalhadas pelo País,

30 experiências isoladas mostram ser possível elevar o relacionamento com a literatura a outro nível a

partir do auxílio de ferramentas tecnológicas. Há professores que perceberam a eficácia da

experiência dos audiolivros, para estimular a imaginação das crianças e adolescentes com as

histórias contadas nas telas e, assim, atraí-los à leitura das publicações impressas tradicionais.

Os pais também têm papel crucial nesse processo. Diferentes estudos científicos atestam os

diversos resultados positivos que podem ser conquistados quando é inserida na rotina das crianças,

desde cedo, a prática da leitura. Pesquisa da Faculdade de Medicina de Nova York, nos Estados

35 Unidos, reuniu famílias e as incumbiu de, durante 8 meses, ler dois livros por semana para seus

filhos. Ao fim do período, após os participantes passarem por uma série de testes e questionários,

constatou-se aumento no vocabulário das crianças e na capacidade de elas memorizarem as

informações.

O ato de ler desenvolve a inteligência e a criatividade, amplia o conhecimento geral e a

40 percepção de mundo, excita a imaginação e pode transformar vidas. Um ato simples que deve ser

estimulado.


(Estímulo à leitura”. Diário do Nordeste, Fortaleza, 26 de agosto de 2017. Disponível em: http://diariodonordeste verdesmares.com.br/cadernos/opiniao/estimulo-a-leitura-1. 1810645; último acesso em 19/09/201 7).

Assinale a alternativa que contenha a classificação correta das orações sublinhadas abaixo, todas retiradas do Texto III:


I “Ambos, embora meu pai fosse semianalfabeto e minha mãe analfabeta, tinham consciência” (linhas 23 e 24 — adaptadas)

II. “tinham consciência de que somente o conhecimento formal acenaria com possibilidades de mudanças reais” (linhas 24 e 25).

III. “Percebi, assustado, que minha sina seria a mesma dos meus irmãos” (linhas 51 e 52 — adaptadas).

IV. “E abracei-me aos oitis e fícus que protegem as calçadas” (linhas 57 e 58).


A

oração subordinada adverbial concessiva — oração subordinada substantiva completiva nominal — oração subordinada substantiva objetiva direta — oração subordinada adjetiva restritiva.


B

oração coordenada adversativa - oração subordinada objetiva direta — oração subordinada adjetiva explicativa — oração subordinada substantiva completiva nominal.


C

oração coordenada adversativa — oração subordinada substantiva completiva nominal — oração subordinada substantiva objetiva direta — oração subordinada adjetiva explicativa.


D

oração subordinada adverbial concessiva — oração subordinada substantiva objetiva direta — oração subordinada substantiva objetiva direta — oração subordinada adjetiva explicativa.