Questões de Concurso sobre Análise sintática

 
 
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"Para Street, da Instituto de Cambridge para Pesquisa de Musicoterapia, a prática ajuda esses pacientes a focarem no que conseguem fazer, em vez do que não podem."


A oração 'no que conseguem fazer' exerce a função de:


A

objeto indireto do verbo que exprime a ideia de concentração ou direcionamento da atenção.


B

adjunto adverbial em uma oração subordinada adverbial causal.


C

objeto direto do verbo que exprime a ideia de contribuir para ou favorecer a realização de algo.


D

sujeito do verbo que indica capacidade dos pacientes para realizar determinadas ações, em oposição ao que não podem fazer.


E

oração sem sujeito em um sintagma com verbo impessoal.

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta a correta função sintática do pronome sublinhado:


“seria saudável e....pandir o respeito pelos responsáveis que lhes abriram as portas”.


A

Objeto indireto.


B

Objeto direto.


C

Sujeito.


D

Adjunto adverbial.


E

Adjunto adnominal.

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a função sintática dos termos sublinhados.


“Nós, pessoas de pensamento acelerado (1), tendemos a acreditar que a catástrofe é uma certeza que eventualmente vai nos (2) encontrar”.


A

Aposto – objeto direto.


B

Aposto – objeto indireto.


C

Aposto – sujeito.


D

Adjunto adverbial – sujeito.


E

Adjunto adverbial – objeto direto.

Expressão expletiva é aquela que não exerce função sintática. Constitui uma expressão expletiva aquela sublinhada no seguinte trecho:


A

A partir deste momento, confio este carro, com todos os seus pertences, à distinção dos senhores passageiros.


B

— Quem sabe se procurando de novo na bolsa...


C

Àquela hora não havia cavalheiros, pelo menos no lotação.


D

— Deixa que eu vou! — disse um deles, garoto.


E

Como é que a senhora quer que eu troque mil cruzeiros?

No episódio atual, o Instituto Nacional de Meteorologia emitiu um aviso "de alerta laranja".


Sintaticamente, o termo destacado trata-se de:


A

Adjunto adnominal, por apresentar valor descritivo acessório e indicar apenas uma característica eventual do substantivo.


B

Objeto indireto, exigido pela regência do verbo "emitir" e associado diretamente ao predicado verbal.


C

Aposto especificativo, por renomear o substantivo "aviso" e explicitar seu significado no contexto do período.


D

Complemento nominal, ligado ao substantivo "aviso" por preposição, especificando e completando o sentido desse nome.

Leia o trecho abaixo:


“Ao entrarem na avenida Maranhão, Luíza percebeu uma grande quantidade de carnaúbas, no canteiro central, e o rio Parnaíba à sua direita. O elevado do metrô não estava ali. Deduziu obviamente. Desceram na Praça da Bandeira. Estavam no centro de Teresina. Luíza estava sem palavras. Que coisa nostálgica. Ônibus, pessoas, praça, orelhões, carros, tudo era diferente”.


TAVARES, Ismar. Sonhos de uma noite teresinense: quando o passado se torna futuro. Teresina, PI: Edição Do Autor, 2025.


No trecho “Ônibus, pessoas, praça, orelhões, carros, tudo era diferente”, a função sintática dos termos “Ônibus, pessoas, praça, orelhões, carros” é:


A

Sujeito composto da oração.


B

Vocativo, pois se dirige diretamente ao leitor.


C

Aposto enumerativo que retoma o termo “tudo”.


D

Predicativo do sujeito, caracterizando “tudo”.


E

Objeto direto do verbo “era”.

Com base no funcionamento sintático e semântico do período "Topar de cara com realidades e ideologias diferentes da sua é algo estranho para qualquer pessoa", analise a estrutura da oração, a relação entre seus termos e o valor atribuído ao predicado em torno da expressão "é algo estranho", considerando o comportamento verbal e nominal do enunciado, e assinale a alternativa CORRETA.


A

O período constrói predicação verbal ao indicar ação plenamente definida, na qual o verbo central expressa movimento concreto, dispensando complementos que caracterizem natureza avaliativa do enunciado.


B

O segmento apresenta caráter impessoal, pois o verbo "é" desenvolve sentido autônomo, formando estrutura sem sujeito e permitindo interpretação independente do conteúdo que segue ao longo do enunciado.


C

O trecho estabelece construção transitiva direta, visto que "é" atua como verbo pleno e seleciona objeto que complementa seu sentido, produzindo associação entre ação inicial e termo que finaliza a unidade sintática.


D

O enunciado apresenta estrutura de predicação nominal com verbo de ligação, atribuindo ao sujeito oracional o predicativo "algo estranho", o que configura relação estável entre experiência descrita e juízo avaliativo implícito.

Considere o período a seguir:


"Certos relatórios oficiais tratam a evasão como um fenômeno estritamente individual, ignorando as condições materiais que frequentemente determinam a permanência ou a saída do estudante."


Assinale a alternativa correta quanto à análise dos termos destacados:


A

Em "tratam a evasão como um fenômeno estritamente individual", o termo "a evasão" é objeto indireto do verbo "tratar".


B

Em "como um fenômeno estritamente individual", a expressão inteira funciona como adjunto adverbial de tempo.


C

Em "ignoram as condições materiais", o termo "as condições materiais" exerce função de objeto direto do verbo "ignoram".


D

Em "que frequentemente determinam a permanência", o pronome relativo "que" retoma "evasão" e introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva.


E

Em "a permanência ou a saída do estudante", tanto "a permanência" quanto "a saída do estudante" desempenham função de sujeito composto do verbo "determinam".

"...segundo nota da Força Aérea Brasileira (FAB), após cerca de 30 segundos de voo, foi observada uma anomalia no veículo lançador."


A expressão 'uma anomalia no veículo lançador' exerce a função sintática de:


A

Complemento nominal do adjetivo 'observada'.


B

Predicativo do sujeito.


C

Objeto direto da locução verbal 'foi observada'.


D

Sujeito simples da oração.

Apesar dos avanços no tratamento ao longo das últimas décadas, "ainda não há cura definitiva para a rinite".


Assinale a alternativa CORRETA quanto à análise dos termos da oração destacada.


A

A oração apresenta sujeito simples, cujo núcleo é "cura", sendo "definitiva" adjunto adnominal e "para a rinite" objeto indireto do verbo "há", que estabelece relação de existência com complemento preposicionado em seu termo.


B

O verbo "há" é impessoal e tem como complemento verbal a expressão "cura definitiva para a rinite", que funciona como objeto direto, sendo "cura" o núcleo, "definitiva" adjunto adnominal e "para a rinite" complemento nominal.


C

A estrutura apresenta sujeito simples expresso por "cura definitiva", sendo "cura" o núcleo e "definitiva" adjunto adnominal, enquanto "para a rinite" atua como complemento verbal do verbo "há", expresso no presente do indicativo.


D

O termo "cura definitiva para a rinite" exerce função de predicativo do sujeito, sendo "cura" o núcleo, "definitiva" adjunto adnominal e "para a rinite" complemento nominal, enquanto o verbo "há" atua como verbo de ligação devido à sua impessoalidade.

Resultados semelhantes aparecem em quadros de demência.


Sintaticamente, é correto afirmar que, nessa frase:


A

O verbo é transitivo direto, tendo como objeto o sintagma "quadros de demência".


B

O sujeito é simples e anteposto ao verbo, que é intransitivo.


C

O termo "demência" exerce função de adjunto adnominal de "quadros", que atua como objeto direto do verbo.


D

O sujeito é composto e o verbo é transitivo indireto, exigindo complemento preposicionado.

"Tramita" no Congresso proposta que exige autorização "explícita" para esse tipo de uso em edifícios residenciais.


Considerando a transitividade do verbo destacado e a função sintática do termo "explícita", é CORRETO afirmar que:


A

"Tramita" é verbo intransitivo; "explícita" exerce função de adjunto adnominal do núcleo do objeto direto "autorização", qualificando substantivo ao qual se vincula na estrutura sintática do período.


B

"Tramita" é verbo transitivo indireto, exigindo complemento regido por preposição, e "explícita" exerce função de complemento nominal por completar o sentido de "autorização".


C

"Tramita" é verbo transitivo direto, tendo como objeto direto o termo "proposta", e "explícita" exerce função de predicativo do objeto, pois atribui qualidade à autorização resultante da ação verbal.


D

"Tramita" constitui verbo de ligação, ligando o sujeito "proposta" ao predicativo "no Congresso", e "explícita" exerce função de predicativo do sujeito dentro da oração subordinada adjetiva.

Assinale a alternativa que indica corretamente a função sintática do termo “atraente” no trecho a seguir, retirado do texto:


“a ginástica do publicitário Don Draper para tornar atraente um produto”.


A

Predicativo do objeto.


B

Predicativo do sujeito.


C

Objeto direto.


D

Objeto indireto.


E

Adjunto adnominal.

"Primeiro ficou desapontado. [...]" (11°§)


Assinale a opção em que o termo sublinhadо possui a mesma função sintática do termo em destaque no trecho acima.


A

"Com o tronco arqueado, as pernas dobradas [...]" (21°§)


B

"Ficava mais bonito de roupa marinheira [...]" (9°§)


C

"Depois quase chorou de ódio." (11°§)


D

"E eles ficaram loucos de raiva por não haverem logo adivinhado que não podia deixar de dar a vaca mesmo." (13°§)


E

"Ela cobriu o guardião sardento e foi parar no meio da rua." (23°§)

Em consideração ao fragmento textual “Algumas brilham serenas” (l. 4), o elemento sublinhado exerce a função sintática de:


A

sujeito.


B

objeto direto.


C

predicativo do sujeito.


D

complemento nominal.

Considerando-se a organização sintática da oração “Ela falou de nós ao meu cunhado”, analisar os itens.


I. “Ela” constitui sintagma nominal (SN) e “falou de nós ao meu cunhado” compõe o sintagma verbal (SV).

II. “de nós” constitui sintagma preposicional (SP).

III. “ao meu cunhado” compõe sintagma adjetival (SA).


Está CORRETO o que se afirma:


A

Apenas no item I.


B

Apenas no item II.


C

Apenas nos itens I e II.


D

Apenas nos itens I e III.

“O bom deste inferno é que você, leitor, pode discordar do cronista”


Em relação ao termo destacado no período acima, é correto afirmar que se trata de um:


A

aposto que explica um termo mencionado anteriormente.


B

vocativo que se refere a um leitor específico conhecido pelo narrador.


C

vocativo que se refere de uma forma ampla a qualquer leitor do texto.


D

aposto que se refere a um termo apresentado posteriormente.


E

sujeito reflexivo, que ao mesmo tempo pratica e recebe uma ação.

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


A surpreendente rotina de sono que era a regra na Idade Média (e por que a abandonamos)


Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe. A mulher levantou-se, foi até a lareira e começou a fumar o cachimbo, quando dois homens surgiram à janela e a chamaram para acompanhá-los. Jane relataria depois que a mãe parecia esperá-los. Antes de sair, sussurrou à filha que ficasse deitada e que voltaria pela manhã. Não voltou: foi assassinada naquela noite, e o crime jamais foi esclarecido.

No início dos anos 1990, o historiador Roger Ekirch encontrou o depoimento de Jane no Escritório de Registros Públicos de Londres, ao pesquisar a história das horas noturnas. Ele via nos registros judiciais fontes privilegiadas para compreender hábitos cotidianos. Até então, acreditava que o sono fosse uma constante biológica, sem grandes variações históricas. O testemunho de Jane o fez rever essa ideia: ela mencionava ter acordado do primeiro sono como algo absolutamente normal, o que sugeria uma noite dividida em duas partes.

A partir daí, Ekirch encontrou inúmeras referências ao chamado sono bifásico. Não era exclusivo da Inglaterra: na França e na Itália também. Há indícios do hábito na África, na Ásia, na Austrália, no Oriente Médio e no Brasil. Um registro do Rio de Janeiro, de 1555, relata que os tupinambás comiam após o primeiro sono; no século 19, textos de Mascate, em Omã, descrevem o recolhimento antes das vinte e duas horas. Para Ekirch, o sono em dois períodos foi dominante por milênios, com referências desde A Odisseia, do século 8 a.C., até o início do século 20.

No século 17, a rotina noturna começava cedo. Entre vinte e uma e vinte e três horas, quem podia, deitava-se em colchões simples; os mais pobres dormiam sobre plantas ou no chão. Dormir em conjunto era comum, exigindo regras de conduta e posições definidas na cama. Após cerca de duas horas, muitos despertavam naturalmente para a vigília, que se estendia da noite até por volta de uma hora da manhã. Esse intervalo era usado para diversas tarefas: alimentar o fogo, cuidar de animais, remendar roupas, preparar materiais domésticos. Também havia espaço para práticas religiosas, reflexões, conversas e intimidade entre casais, quando a exaustão do trabalho já havia diminuído.

Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer. Ekirch aponta referências ao sistema desde a Antiguidade, em autores como Plutarco, Pausânias, Lívio e Virgílio. Entre cristãos, a vigília ganhou importância: no século 6, São Bento determinava que monges se levantassem à meia-noite para orações, prática que se difundiu para além dos mosteiros.

A divisão do sono também ocorre no mundo animal. Muitas espécies repousam em períodos separados, adaptando-se às condições ambientais. O lêmure-de-cauda-anelada, por exemplo, apresenta padrões semelhantes aos humanos pré-industriais. Para o pesquisador David Samson, da Universidade de Toronto, essa diversidade entre primatas levanta a hipótese de que humanos também tenham evoluído para um sono segmentado.

Ekirch encontrou respaldo científico ao conhecer, em 1995, um experimento conduzido por Thomas Wehr, nos Estados Unidos. Quinze homens, submetidos a redução da exposição à luz, passaram a dormir em dois períodos separados por vigília após algumas semanas. A melatonina indicou ajuste biológico do ritmo circadiano. Mais tarde, Samson observou padrão semelhante em uma comunidade sem eletricidade em Madagascar, sugerindo que o sono bifásico persiste em regiões remotas.

Para Ekirch, o abandono desse modelo a partir do século 19 se relaciona à Revolução Industrial. A expansão da iluminação artificial permitiu ficar acordado até mais tarde, sem alterar a exigência de acordar cedo, comprimindo o descanso. O primeiro sono se prolongou, o segundo se reduziu, até desaparecer. Embora experimentos indiquem que a luz artificial, isoladamente, talvez não explique tudo, no fim do século 20 o sono segmentado havia sido esquecido.

Essa mudança também alterou comportamentos e expectativas. Acordar cedo passou a ser sinônimo de produtividade, e despertares noturnos se tornaram fonte de ansiedade. Ekirch observa que saber que acordar no meio da noite já foi normal pode aliviar parte desse pânico, sem minimizar os distúrbios do sono atuais. Ele ressalta que o abandono do sono bifásico não implica, necessariamente, pior qualidade de descanso. Em muitos aspectos, o século 21 oferece condições mais seguras e confortáveis: menos riscos, mais conforto, menos ameaças físicas. Assim, embora possamos ter perdido conversas noturnas e reflexões da vigília, ganhamos noites mais protegidas e previsíveis.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjnpv845dxo.adaptado.



Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe.


Em relação à sintaxe da oração, assinale a alternativa CORRETA:


A

O sujeito é simples, com núcleo expresso no nome próprio "Jane Rowth", enquanto o restante do período integra o predicado verbal.


B

O predicado é nominal, pois o verbo "despertou" atua como verbo de ligação ao associar o sujeito a uma característica expressa no complemento da oração.


C

O sujeito é composto, uma vez que a presença das expressões "Jane Rowth" e "a mãe" indica dois núcleos nominais semanticamente envolvidos no evento descrito.


D

O predicado é verbo-nominal, pois o verbo "despertou" indica ação e o termo "ao lado da mãe" funciona como predicativo do sujeito, atribuindo-lhe característica.

Além dos possíveis benefícios à longevidade, na opinião da gerente de marketing Maddie Albon, que tem 29 anos e mora em Londres, a prática de diferentes modalidades também ajuda na performance individual de alguns esportes e até contribui para o bom humor.


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cd9ezpjwy23o.adaptado.)


Em relação à sintaxe do período, assinale a alternativa CORRETA.


A

A expressão "na opinião da gerente de marketing Maddie Albon" funciona como complemento nominal do substantivo "benefícios", integrando a estrutura do sintagma nominal inicial do período.


B

O trecho "Além dos possíveis benefícios à longevidade" exerce função de objeto indireto do verbo "ajuda", antecipado por deslocamento estilístico para a posição inicial do período.


C

A sequência verbal "ajuda na performance individual de alguns esportes e até contribui para o bom humor" configura período composto por coordenação sindética explicativa, em razão do valor argumentativo expresso pela conjunção implícita.


D

O segmento "que tem 29 anos e mora em Londres" constitui oração subordinada adjetiva explicativa, intercalada ao período, com função de acrescentar informação acessória sobre o referente "Maddie Albon".

“Ouça, MEU FILHO, eu só quero que você seja feliz.” A expressão em destaque tem função sintática de:


A

Vocativo.


B

Sujeito.


C

Objeto direto.


D

Objeto indireto.


E

Núcleo do sujeito.

   
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