

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a função sintática dos termos sublinhados.
“Nós, pessoas de pensamento acelerado (1), tendemos a acreditar que a catástrofe é uma certeza que eventualmente vai nos (2) encontrar”.
Aposto – objeto direto.
Aposto – objeto indireto.
Aposto – sujeito.
Adjunto adverbial – sujeito.
Adjunto adverbial – objeto direto.
Expressão expletiva é aquela que não exerce função sintática. Constitui uma expressão expletiva aquela sublinhada no seguinte trecho:
A partir deste momento, confio este carro, com todos os seus pertences, à distinção dos senhores passageiros.
— Quem sabe se procurando de novo na bolsa...
Àquela hora não havia cavalheiros, pelo menos no lotação.
— Deixa que eu vou! — disse um deles, garoto.
Como é que a senhora quer que eu troque mil cruzeiros?
No episódio atual, o Instituto Nacional de Meteorologia emitiu um aviso "de alerta laranja".
Sintaticamente, o termo destacado trata-se de:
Adjunto adnominal, por apresentar valor descritivo acessório e indicar apenas uma característica eventual do substantivo.
Objeto indireto, exigido pela regência do verbo "emitir" e associado diretamente ao predicado verbal.
Aposto especificativo, por renomear o substantivo "aviso" e explicitar seu significado no contexto do período.
Complemento nominal, ligado ao substantivo "aviso" por preposição, especificando e completando o sentido desse nome.
Considere o período a seguir:
"Certos relatórios oficiais tratam a evasão como um fenômeno estritamente individual, ignorando as condições materiais que frequentemente determinam a permanência ou a saída do estudante."
Assinale a alternativa correta quanto à análise dos termos destacados:
Em "tratam a evasão como um fenômeno estritamente individual", o termo "a evasão" é objeto indireto do verbo "tratar".
Em "como um fenômeno estritamente individual", a expressão inteira funciona como adjunto adverbial de tempo.
Em "ignoram as condições materiais", o termo "as condições materiais" exerce função de objeto direto do verbo "ignoram".
Em "que frequentemente determinam a permanência", o pronome relativo "que" retoma "evasão" e introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva.
Em "a permanência ou a saída do estudante", tanto "a permanência" quanto "a saída do estudante" desempenham função de sujeito composto do verbo "determinam".
Apesar dos avanços no tratamento ao longo das últimas décadas, "ainda não há cura definitiva para a rinite".
Assinale a alternativa CORRETA quanto à análise dos termos da oração destacada.
A oração apresenta sujeito simples, cujo núcleo é "cura", sendo "definitiva" adjunto adnominal e "para a rinite" objeto indireto do verbo "há", que estabelece relação de existência com complemento preposicionado em seu termo.
O verbo "há" é impessoal e tem como complemento verbal a expressão "cura definitiva para a rinite", que funciona como objeto direto, sendo "cura" o núcleo, "definitiva" adjunto adnominal e "para a rinite" complemento nominal.
A estrutura apresenta sujeito simples expresso por "cura definitiva", sendo "cura" o núcleo e "definitiva" adjunto adnominal, enquanto "para a rinite" atua como complemento verbal do verbo "há", expresso no presente do indicativo.
O termo "cura definitiva para a rinite" exerce função de predicativo do sujeito, sendo "cura" o núcleo, "definitiva" adjunto adnominal e "para a rinite" complemento nominal, enquanto o verbo "há" atua como verbo de ligação devido à sua impessoalidade.
"...segundo nota da Força Aérea Brasileira (FAB), após cerca de 30 segundos de voo, foi observada uma anomalia no veículo lançador."
A expressão 'uma anomalia no veículo lançador' exerce a função sintática de:
Objeto direto da locução verbal 'foi observada'.
Sujeito simples da oração.
Predicativo do sujeito.
Complemento nominal do adjetivo 'observada'.
Resultados semelhantes aparecem em quadros de demência.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nessa frase:
O verbo é transitivo direto, tendo como objeto o sintagma "quadros de demência".
O sujeito é simples e anteposto ao verbo, que é intransitivo.
O termo "demência" exerce função de adjunto adnominal de "quadros", que atua como objeto direto do verbo.
O sujeito é composto e o verbo é transitivo indireto, exigindo complemento preposicionado.
"Tramita" no Congresso proposta que exige autorização "explícita" para esse tipo de uso em edifícios residenciais.
Considerando a transitividade do verbo destacado e a função sintática do termo "explícita", é CORRETO afirmar que:
"Tramita" é verbo intransitivo; "explícita" exerce função de adjunto adnominal do núcleo do objeto direto "autorização", qualificando substantivo ao qual se vincula na estrutura sintática do período.
"Tramita" é verbo transitivo indireto, exigindo complemento regido por preposição, e "explícita" exerce função de complemento nominal por completar o sentido de "autorização".
"Tramita" é verbo transitivo direto, tendo como objeto direto o termo "proposta", e "explícita" exerce função de predicativo do objeto, pois atribui qualidade à autorização resultante da ação verbal.
"Tramita" constitui verbo de ligação, ligando o sujeito "proposta" ao predicativo "no Congresso", e "explícita" exerce função de predicativo do sujeito dentro da oração subordinada adjetiva.
Em consideração ao fragmento textual “Algumas brilham serenas” (l. 4), o elemento sublinhado exerce a função sintática de:
sujeito.
objeto direto.
predicativo do sujeito.
complemento nominal.
“O bom deste inferno é que você, leitor, pode discordar do cronista”
Em relação ao termo destacado no período acima, é correto afirmar que se trata de um:
aposto que explica um termo mencionado anteriormente.
vocativo que se refere a um leitor específico conhecido pelo narrador.
vocativo que se refere de uma forma ampla a qualquer leitor do texto.
aposto que se refere a um termo apresentado posteriormente.
sujeito reflexivo, que ao mesmo tempo pratica e recebe uma ação.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
A surpreendente rotina de sono que era a regra na Idade Média (e por que a abandonamos)
Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe. A mulher levantou-se, foi até a lareira e começou a fumar o cachimbo, quando dois homens surgiram à janela e a chamaram para acompanhá-los. Jane relataria depois que a mãe parecia esperá-los. Antes de sair, sussurrou à filha que ficasse deitada e que voltaria pela manhã. Não voltou: foi assassinada naquela noite, e o crime jamais foi esclarecido.
No início dos anos 1990, o historiador Roger Ekirch encontrou o depoimento de Jane no Escritório de Registros Públicos de Londres, ao pesquisar a história das horas noturnas. Ele via nos registros judiciais fontes privilegiadas para compreender hábitos cotidianos. Até então, acreditava que o sono fosse uma constante biológica, sem grandes variações históricas. O testemunho de Jane o fez rever essa ideia: ela mencionava ter acordado do primeiro sono como algo absolutamente normal, o que sugeria uma noite dividida em duas partes.
A partir daí, Ekirch encontrou inúmeras referências ao chamado sono bifásico. Não era exclusivo da Inglaterra: na França e na Itália também. Há indícios do hábito na África, na Ásia, na Austrália, no Oriente Médio e no Brasil. Um registro do Rio de Janeiro, de 1555, relata que os tupinambás comiam após o primeiro sono; no século 19, textos de Mascate, em Omã, descrevem o recolhimento antes das vinte e duas horas. Para Ekirch, o sono em dois períodos foi dominante por milênios, com referências desde A Odisseia, do século 8 a.C., até o início do século 20.
No século 17, a rotina noturna começava cedo. Entre vinte e uma e vinte e três horas, quem podia, deitava-se em colchões simples; os mais pobres dormiam sobre plantas ou no chão. Dormir em conjunto era comum, exigindo regras de conduta e posições definidas na cama. Após cerca de duas horas, muitos despertavam naturalmente para a vigília, que se estendia da noite até por volta de uma hora da manhã. Esse intervalo era usado para diversas tarefas: alimentar o fogo, cuidar de animais, remendar roupas, preparar materiais domésticos. Também havia espaço para práticas religiosas, reflexões, conversas e intimidade entre casais, quando a exaustão do trabalho já havia diminuído.
Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer. Ekirch aponta referências ao sistema desde a Antiguidade, em autores como Plutarco, Pausânias, Lívio e Virgílio. Entre cristãos, a vigília ganhou importância: no século 6, São Bento determinava que monges se levantassem à meia-noite para orações, prática que se difundiu para além dos mosteiros.
A divisão do sono também ocorre no mundo animal. Muitas espécies repousam em períodos separados, adaptando-se às condições ambientais. O lêmure-de-cauda-anelada, por exemplo, apresenta padrões semelhantes aos humanos pré-industriais. Para o pesquisador David Samson, da Universidade de Toronto, essa diversidade entre primatas levanta a hipótese de que humanos também tenham evoluído para um sono segmentado.
Ekirch encontrou respaldo científico ao conhecer, em 1995, um experimento conduzido por Thomas Wehr, nos Estados Unidos. Quinze homens, submetidos a redução da exposição à luz, passaram a dormir em dois períodos separados por vigília após algumas semanas. A melatonina indicou ajuste biológico do ritmo circadiano. Mais tarde, Samson observou padrão semelhante em uma comunidade sem eletricidade em Madagascar, sugerindo que o sono bifásico persiste em regiões remotas.
Para Ekirch, o abandono desse modelo a partir do século 19 se relaciona à Revolução Industrial. A expansão da iluminação artificial permitiu ficar acordado até mais tarde, sem alterar a exigência de acordar cedo, comprimindo o descanso. O primeiro sono se prolongou, o segundo se reduziu, até desaparecer. Embora experimentos indiquem que a luz artificial, isoladamente, talvez não explique tudo, no fim do século 20 o sono segmentado havia sido esquecido.
Essa mudança também alterou comportamentos e expectativas. Acordar cedo passou a ser sinônimo de produtividade, e despertares noturnos se tornaram fonte de ansiedade. Ekirch observa que saber que acordar no meio da noite já foi normal pode aliviar parte desse pânico, sem minimizar os distúrbios do sono atuais. Ele ressalta que o abandono do sono bifásico não implica, necessariamente, pior qualidade de descanso. Em muitos aspectos, o século 21 oferece condições mais seguras e confortáveis: menos riscos, mais conforto, menos ameaças físicas. Assim, embora possamos ter perdido conversas noturnas e reflexões da vigília, ganhamos noites mais protegidas e previsíveis.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjnpv845dxo.adaptado.
Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe.
Em relação à sintaxe da oração, assinale a alternativa CORRETA:
O sujeito é simples, com núcleo expresso no nome próprio "Jane Rowth", enquanto o restante do período integra o predicado verbal.
O predicado é nominal, pois o verbo "despertou" atua como verbo de ligação ao associar o sujeito a uma característica expressa no complemento da oração.
O sujeito é composto, uma vez que a presença das expressões "Jane Rowth" e "a mãe" indica dois núcleos nominais semanticamente envolvidos no evento descrito.
O predicado é verbo-nominal, pois o verbo "despertou" indica ação e o termo "ao lado da mãe" funciona como predicativo do sujeito, atribuindo-lhe característica.
“Ouça, MEU FILHO, eu só quero que você seja feliz.” A expressão em destaque tem função sintática de:
Vocativo.
Sujeito.
Objeto direto.
Objeto indireto.
Núcleo do sujeito.
Assinale a alternativa que classifica, correta e respectivamente, as funções sintáticas dos termos destacados no trecho a seguir, retirado do texto:
“Em 1910, buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório”.
Sujeito – objeto direto.
Objeto direto – objeto indireto.
Objeto indireto – objeto direto.
Sujeito – objeto indireto.
Objeto direto – objeto direto.
"A última observada tinha cerca de dez metros" e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol.
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada,
o sujeito é oculto, recuperável pelo contexto, e o termo "cerca de dez metros" exerce função de adjunto adverbial de intensidade.
o sujeito é simples, com núcleo em observada, e o predicado é verbal, tendo "tinha" como núcleo e "cerca de dez metros" como objeto direto de valor quantitativo.
o sujeito é composto, formado pelos núcleos "última" e "observada", e o predicado é nominal, tendo "metros" como predicativo do sujeito.
o predicado é verbo-nominal, pois associa um processo verbal a um predicativo implícito de dimensão ligado ao sujeito.
É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos.
Com base na análise sintática dos termos da oração, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
( )O verbo 'ser' não apresenta sujeito explícito na frase, pois ele é elíptico, estando expresso em outro termo da oração.
( )O sujeito do verbo 'ser' está explícito e corresponde a 'muitas espécies animais'.
( )Os termos 'chimpanzés, lêmures e outros macacos' exercem função de objeto direto do verbo 'incluir'.
( )A expressão 'em muitas espécies animais' exerce função de complemento nominal do termo 'observado'.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.
F, V, V, V.
V, F, V, F.
V, F, F, F.
F, V, V, F.
Isso ocorre porque enquadrar questões críticas "com habilidades" como criatividade, flexibilidade e resolução de problemas tornam-se qualidades essenciais para funcionar na sociedade de hoje.
Em relação à função sintática, o termo destacado exerce o papel de:
Objeto indireto exigido pelo verbo "enquadrar", introduzido por preposição e responsável pela completude da predicação verbal.
Adjunto adverbial de modo que indica a maneira pela qual se realiza o processo de "enquadrar" questões críticas.
Adjunto adnominal que especifica o substantivo "habilidades" por meio de relação atributiva interna.
Complemento nominal que completa o sentido do substantivo "questões", estabelecendo relação de dependência semântica direta.
"Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer com que você, ao todo, coma menos calorias."
Com base na análise sintática dos elementos linguísticos empregados no trecho, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:
(__)A expressão 'Outro pequeno estudo' exerce a função de sujeito do verbo 'concluir'.
(__)O verbo 'concluir' é verbo transitivo direto com seu complemento uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
(__)O vocábulo 'menos' desempenha a função de adjunto adverbial, intensificando o substantivo 'calorias', que constitui o núcleo do objeto direto.
(__)A expressão 'outro pequeno estudo' exerce a função de aposto, sendo utilizada para introduzir uma explicação sobre o tipo de estudo que foi realizado.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
V, V, V, F.
V, V, F, F.
V, V, F, V.
F, F, V, V.
Estudos indicam que "o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social".
Em relação à análise sintática da oração destacada, assinale a alternativa CORRETA.
O termo "ao controle cognitivo" exerce função de complemento verbal do verbo "participa".
O termo "de circuitos" exerce a função de adjunto adnominal ligado ao verbo "participa".
O termo "o córtex cingulado anterior" exerce a função de sujeito da oração.
O termo "ligados" exerce função de adjunto adverbial do verbo "participa".
Lanterna dos Afogados
Herbert Vianna
Quando tá escuro
E ninguém te ouve
Quando chega a noite
E você pode chorar
Há uma luz no túnel
Dos desesperados
Há um cais de porto
Pra quem precisa chegar
Eu tô na lanterna
Dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar, ô, ô
[...]
Disponível em: https://www.letras.mus.br/os-paralamas-do-sucesso/30126/. Acesso em: 17 mai. 2026.
Na construção do verso: “Quando chega a noite”, o termo “a noite”
funciona sintaticamente como complemento verbal, objeto direto.
deveria estar com sinal indicativo da crase, já que funciona como locução adverbial de tempo.
funciona sintaticamente como adjunto adverbial e, nessa estrutura, o sujeito encontra-se oculto.
funciona como o sujeito da frase e significa que a própria noite está chegando, ou seja, está anoitecendo.
deveria estar com sinal indicativo da crase, uma vez que significa que alguém ou algo atinge o destino durante o período noturno.
Considerando o trecho “Uma das histórias que mais me tocou no filme foi a da personagem Maria Cláudia, interpretada por Marieta Severo.”, assinale a alternativa que apresenta análise correta acerca do pronome “me”, quanto à sua função sintática e à sua colocação pronominal.
O pronome “me” desempenha função de objeto indireto vinculado ao verbo “tocou”, sendo sua posição proclítica motivada pela anteposição do pronome relativo “que” na estrutura oracional.
O pronome “me” atua como pronome reflexivo com valor enfático, enquanto a próclise decorre da impossibilidade normativa de ênclise em orações subordinadas adjetivas restritivas.
O pronome “me” exerce função de objeto direto do verbo “tocou”, enquanto sua colocação em próclise é favorecida pela presença do advérbio “mais”, que atua como elemento atrativo.
O pronome “me” funciona como complemento nominal associado ao predicativo da oração, sendo sua colocação antes do verbo determinada pela presença da locução adverbial “no filme”.