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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 15 a 17.
AMOR NA DIMENSÃO DA FELICIDADE

Felicidade não tem peso, nem tem medida, não pode ser comprada, não se empresta, não se toma emprestada, não resiste a cálculos, porque não está nos padrões materiais do nosso mundo.
Felicidade só pode ser legítima.
Felicidade falsa não é felicidade, é ilusão.
Mas, se eu soubesse fazer contas na medida do bem, diria que a felicidade pode ter tamanho, pode ser grande, pequena, cabendo nas conchas da mão, ou ser do tamanhão do mundo.
Felicidade é sabedoria, esperança, vontade de ir, vontade de voltar, vontade de ficar, e permanecer feliz!
Felicidade é o presente, o passado, o futuro.
Felicidade é confiança: fé e crença, trabalho e ação.
Não se pode ter pressa de ser feliz, porque a felicidade vem devagarinho,
como quem não quer nada, sem ser percebida, mas chega e contenta a alma.
Ser feliz não depende de dinheiro, não depende de saúde, nem de poder.
Felicidade não é fruto da ostentação, nem do luxo.
Felicidade é desprendimento, não é ambição.
Só é feliz quem sabe suportar, perder, sofrer e perdoar.
Só é feliz quem sabe, sobretudo, amar!
Acesso em: (https://www.pensador.com/textos_ felicidade/8/)
Marque o que NÃO se comprova na estrutura textual.
A repetição de "Felicidade" exemplifica anáfora.
Em: "Felicidade só pode ser legítima". - temos um monossílabo tônico usado com sentido de " apenas"; temos uma locução verbal e um adjetivo biforme com função sintática de predicativo do núcleo do sujeito simples.
O título do texto é frase nominal, escrita com substantivos abstratos e contrações prepositivas, e exemplifica concordância nominal.
O substantivo abstrato primitivo: "Felicidade" tem definições e explicações concretas e incontestáveis.