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(Texto 01)
Teremos eleições este ano. Dentro de poucos meses, chegará a hora de organizar o tempo, encontrar o título de eleitor, o nome e os números dos candidatos. De repente, bate aquela má vontade, fruto do desânimo com a situação política do país; é momentaneamente derrubado, pois, o nosso orgulho pela conquista do voto. Nós nos sentimos impotentes diante de tanta corrupção, que incendeia os comentários e os artigos agressivos na mídia. Nesta hora, apesar dos problemas, é importante dizer para si mesmo que o voto é bom e que a democracia é o melhor modelo político existente. O voto compulsório e a reforma política devem ser discutidos em plenário, é claro. Independentemente disso, no entanto, o grande número de eleitores — de vários níveis de renda, tons de pele e religião — precisam exigir que os candidatos resolvam os problemas. Ele ou ela podem até discursar bem, mas é o eleitor quem decide se deve ou não lhe dar o seu voto de confiança. E, depois das urnas fechadas, é hora de acompanhar e cobrar pelas promessas feitas. Medite sobre como não terceirizar as suas responsabilidades para o Estado.
(Adaptado de Gazeta do Povo, 14/03/2016)
Em relação às ideias de coesão e coerência presentes no Texto 01, assinale a alternativa CORRETA:
O pronome demonstrativo “este” (linha 1) faz referência a um local próximo ao autor no momento da escrita do texto.
O pronome demonstrativo “aquela” (linha 4) referese à organização para as eleições.
O pronome demonstrativo “Nesta” (linha 8) refere-se ao momento em que “nos sentimos imponentes diante de tanta corrupção” (linhas 6 e 7).
A expressão utilizada pelo autor “é claro” (linha 12) contradiz uma ideia anteriormente defendida por ele.
O pronome oblíquo “lhe” (linha 16) refere-se a “Ele ou ela” (linha 15) citados anteriormente pelo autor.