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Leia o poema de Mario Quintana para responder às questões de números 21 e 22.
Quando eu for...
Mario Quintana
Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso
Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar (Deste já tão longo andar!)
E talvez de meu repouso...
No poema, alguém
faz elogios à madrugada.
imagina uma situação futura.
se diverte com as folhas ao vento.
sente saudade de sua cidade natal.
relembra momentos do seu passado.