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“Então, sim, há momentos em que essa permissão vem à tona”. Se trocarmos o verbo haver ...

Então, sim, momentos em que essa permissão vem à tona”. Se trocarmos o verbo haver pelo verbo existir na oração em destaque, teríamos, fazendo a devida correlação, a seguinte conjugação verbal:


A

“Então, sim, existe momentos em que essa permissão vem à tona”.


B

“Então, sim, existem momentos em que essa permissão vem à tona”.


C

“Então, sim, existiu momentos em que essa permissão vem à tona”.


D

“Então, sim, existiram momentos em que essa permissão vem à tona”.


E

“Então, sim, existirá momentos em que essa permissão vem à tona”.