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Os elementos de conexão textual colaboram para o...

LEIA O TEXTO A SEGUIR E RESPONDA ÀS QUESTÕES DE 01 A 05.


O PIB “mede tudo”, brincou Bobby Kennedy, irmão do presidente norte-americano John F.

Kennedy, “exceto aquilo que faz a vida valer a pena”. Para melhores padrões de vida, o Índice

de Desenvolvimento Humano (IDH) classifica os países segundo a expectativa de vida,

educação e renda por pessoa. O mais recente relatório, divulgado nesta quinta-feira, 24, coloca

5 a Noruega no topo do ranking (como tem sido desde 2000). Os Estados Unidos aparecem em

quinto. No outro extremo, Níger, Congo e República Central da África ocupam as últimas

colocações.

E como isso se traduz em bem-estar no dia a dia? Um gráfico da revista Economist comparou

os resultados do recente ranking de IDH com os relatos sobre a felicidade, elaborados pela

10 Gallup, uma empresa de pesquisas. O grupo questionou se as pessoas se sentem felizes

quando “sorriem muito, se sentem bem descansadas ou quando são tratadas com respeito”.

Segundo estas perspectivas, o Paraguai tem sido o lugar mais feliz na Terra, nos últimos três

anos. Já a Síria, afundada na guerra civil, é o mais triste.

Surpreendentemente, há pouca correlação entre as duas medidas – felicidade e

15 desenvolvimento humano. A Lituânia tem uma pontuação de felicidade de 53%. Pelo seu nível

de desenvolvimento, poder-se-ia esperar o índice de felicidade mais próximo dos

70%. Enquanto isso, Mali e Ruanda são muito mais felizes do que os seus padrões de vida

podem sugerir.

Mais interessante ainda, o desenvolvimento é geralmente agrupado por região. Mas, em

20 termos de felicidade, a comparação entre sombrio para alegre ocorre dentro da mesma faixa

de renda. É quando os estereótipos regionais são revelados. A população da Europa Oriental e

da Ásia Central é mais sisuda, apesar de ambas possuírem padrões de vida razoáveis,

enquanto o povo da América Latina, ao mesmo nível de desenvolvimento, tende a ser mais

alegre (cerca de 20 pontos percentuais para mais).

25 O Brasil, que ocupa a 79ª posição (0,74) no ranking dos 187 países, apresenta uma taxa de

“emoções positivas” (felicidade) de 74%.


(Disponível em http://opiniaoenoticia.com.br/brasil. Acesso em fev. 2017).

Os elementos de conexão textual colaboram para o estabelecimento do(s) sentido(s) do texto. Sabendo-se disso, em “Mais interessante ainda, o desenvolvimento é geralmente agrupado por região. MAS em termos de felicidade, a comparação entre sombrio para alegre ocorre dentro da mesma faixa de renda. É quando os estereótipos regionais são revelados.” (linhas 19 a 21), o conectivo destacado


A

mantém a direção argumentativa do texto, na medida em que une ideias afins.


B

mantém a direção argumentativa do texto, na medida em que conclui uma ideia.


C

altera a direção argumentativa do texto, na medida em que explica uma nova ideia.


D

altera a direção argumentativa do texto, na medida em que opõe diferentes ideias.