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Landim* afirma que “desenvolver as temáticas da morfossintaxe como a união dos eixos sintagmático e paradigmático no estudo da língua materna, passando pelas bases que, em nosso ponto de vista, devem alicerçar e guiar as práticas de ensino de língua materna, desembocando em reflexões que tiveram como inspiração nossa própria prática pedagógica, pode ser uma maneira de compreender que o papel da morfossintaxe (problemática proposta em nossas considerações iniciais) no estudo da língua materna é o de uma ferramenta de reflexão sobre as estruturas que colocam em prática os processos comunicativos da língua em seu âmbito mais natural: o da comunicação entre as pessoas”. Com base nesse excerto, é INCORRETO asseverar que:
*LANDIM, Alessandra Folha Mós. Morfossintaxe e o ensino de língua materna: uma reflexão sobre estruturas que materializam a comunicação em língua portuguesa. Disponível em: https://revistas.unasp.edu.br/rdd/article/view/1370/1235 (acesso em 29/04/2022).
os exercícios morfossintáticos devem suscitar a análise dos elementos constituintes dos atos comunicativos.
as ações docentes no estudo da morfossintaxe podem influenciar na mudança de atitude no trato desse tema.
os temas de cunho morfossintático devem restringir-se às bases teóricas do uso da língua em atos interacionais.
as relações entre o eixo sintagmático e o paradigmático constituem relevante meio para o estudo da língua materna.