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Para responder às questões de números 35 e 36, leia o poema de Carlos Drummond de Andrade.
Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
(https://www.culturagenial.com/poemas-de-carlos-drummond-de-andrade/. Acessado em 01.06.2022)
Tendo em vista os sentidos das conjunções e locuções conjuntivas, previstos na gramática tradicional, os conectores negritados no poema (e, tão...que, porque) estabelecem relações coesivas, respectivamente, de
adição, explicação, consequência.
causa, consecução, causa.
adição, consequência, explicação.
causa, consequência, explicação.
adição, explicação, causa.