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O texto a seguir refere-se às questões 1 a 4.
CRÔNICA DO COTIDIANO – REPARAÇÃO
Auridan Dantas
Nada melhor do que, após um dia cansativo de trabalho e de fisioterapia, você ter um sono REPARADOR. Os especialistas sempre dizem que o importante não é a quantidade de horas dormidas, mas a qualidade destas horas. Pois bem, de ontem para hoje eu tive um sono bem REPARADOR. Passei a noite toda REPARANDO tudo o que passava na televisão e ao meu redor, e não tinha nem uma bandinha de remédio para dormir. Assisti até programa de vendas (o lado bom da coisa: fiz uma pesquisa de preços arretada, e só repasso mediante pagamento antecipado e em euro). Tô só o “mi da pipoca”, com os “zói” vermelhos, mas cheio de informação.
Adaptado de: ARAÚJO, A. D.; DUMARESQ, M. A. M. C. Crônicas do cotidiano: as sagas de um beradeiro e uma enfermeira. Natal: IFRN, 2014. Acesso em: 14 out. 2022.
Referente ao excerto “[...] não tinha nem uma bandinha de remédio para dormir. Assisti até programa de vendas [...]”, assinale a alternativa correta.
A regência do verbo “assisti” está de acordo com a norma padrão do português.
O termo “até” indica um limite espacial, como em “Caminhei até o supermercado”.
Se a expressão “nem uma bandinha de remédio” fosse substituída por “remédios”, o verbo “tinha” teria de ser flexionado no plural (tinham).
A expressão “de vendas” fornece uma característica ao substantivo “programa”, especificando-o.
A expressão “nem uma bandinha” atua como um quantificador, indicando que tinha muito remédio para dormir.