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Leia o texto para responder às questões de números 03 a 09.
Destino correto para lixo dá força a novos negócios
O Brasil gera em média 82 milhões de toneladas de lixo por ano. Cerca de 26 milhões de toneladas são materiais recicláveis, mas apenas 3 milhões são reaproveitadas. O resto está indo para os aterros, e as consequências disso para o planeta e para a sociedade são alarmantes. Além da poluição que afeta a biodiversidade e o ambiente, as mudanças climáticas se agravam e as enchentes em áreas urbanas são mais frequentes, causando perdas materiais e humanas irreversíveis.
Nossa saúde é outra que sofre com a proliferação de problemas respiratórios e doenças como dengue e leptospirose. E a notícia é ruim também para a economia. Por ano, o Brasil perde cerca de R$14 bilhões por não fazer a gestão correta do lixo, segundo dados de 2020 da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais).
Cientes da gravidade da situação, alguns empreendedores decidiram encarar o problema. Um deles é Rodrigo Jobim Roessler, fundador da Moléccola, negócio de gestão de resíduos.
“A ideia é educar as pessoas para o hábito da reciclagem. Um dado chocante é que 40% do que a coleta recolhe não é reciclável, é rejeito. Esse é o tanto que a gente erra”.
(Bianca Zanatta, O Estado de S.Paulo, 22.06.2022. Adaptado)
Em – ... doenças como dengue e leptospirose. (2o parágrafo) – a palavra em destaque expressa sentido de exemplificação, assim como em:
Com novas medidas sociais, o catador de lixo não precisa ser tratado como um coitado.
Como Rodrigo estava ciente da gravidade do problema, resolveu encará-lo.
Educar as pessoas para a reciclagem, como afirma Rodrigo, é uma necessidade.
Algumas empresas ensinam como fazer o descarte correto do lixo reciclável.
Países como o Brasil, precisam educar as pessoas para o hábito da reciclagem.