Imagem de fundo

Considerando-se os nexos oracionais como recursos coesivos...

Autoestima: a consciência e a satisfação em ser nós mesmos

No decorrer da vida, encontramos muitas pessoas talentosas, profissionais excelentes, mas que se desvalorizam o tempo todo. Pessoas que não conseguem perceber o próprio valor, que são muito críticas consigo mesmas, que se diminuem em relação aos outros e não conseguem defender suas opiniões, que se sentem impotentes.

Quando a autoestima é frágil, eventuais críticas recebidas, julgamentos negativos, comparações e rejeições podem levar ao sentimento de medo do fracasso, inadequação, gerar dúvidas, insegurança, medo, ansiedade social e dificuldades de relacionamento.

O sentimento de autoestima refere-se ao julgamento sobre o próprio valor pessoal, a própria dignidade e a unicidade como pessoa. Em síntese, podemos dizer que a autoestima é a confiança em si mesmo e nas próprias capacidades, a certeza do próprio valor, de ser merecedor de respeito e consideração. Ter baixa autoestima é como dirigir pela vida com o freio de mão puxado, torna-se muito cansativo.

A autoestima, a consciência e a satisfação em ser nós mesmos é construída desde a infância, em um estágio inicial de desenvolvimento, e é marcada já nas primeiras experiências de vida, pelo amor dos pais, pelo carinho da família, pelas experiências na escola e com os professores. Algumas pessoas receberam confiança e valorização desde a infância, já outras não. Estas, pelo contrário, foram desvalorizadas e desmerecidas. A grande questão é: como desenvolver uma autoestima saudável e forte?

A primeira coisa é reconhecer que todo ser humano tem uma dignidade inviolável e que o valor não depende de quanto se pode produzir ou de quanto se pode comprar. Não é algo calculável. É necessário considerar a autoestima como o reconhecimento da própria individualidade, o sentimento da própria unicidade. Isto é, aceitar o próprio valor pessoal, mesmo com todas as fraquezas e todas as limitações, reconciliar-se consigo mesmo e com a própria história.

Autoconfiança e autoestima são dois conceitos diferentes, porém conexos. O sentimento de autoconfiança se refere ao julgamento sobre as capacidades pessoais; já a autoestima se refere ao julgamento sobre o valor pessoal, a própria dignidade e unicidade. Autoestima é o pilar, a base de sustentação da personalidade do ser humano e da sua existência psicológica, em que se constrói a autoconfiança.

Autoconfiança é definida por aquilo que pensamos ser capazes de fazer e conseguir realizar e manifesta-se por meio das nossas habilidades e dos nossos resultados. Autoestima é a consciência daquilo que somos, satisfação em ser nós mesmos e reconhecer que temos valor por existir como seres humanos.

(Fonte: Direcional Escolas — adaptado.)

Considerando-se os nexos oracionais como recursos coesivos, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:

No fragmento do texto “No decorrer da vida, encontramos muitas pessoas talentosas, profissionais excelentes, mas que se desvalorizam o tempo todo.”, o termo sublinhado pode ser substituído, sem causar alteração de sentido, pela conjunção _____________, pois introduz uma ideia de _____________.


A

logo | conclusão


B

porém | oposição


C

portanto | adição


D

ou seja | alternância


E

pois | explicação