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Nas primeiras tentativas de lidar com as relações entre fonemas e grafemas, alguns alunos poderão tender a ler, por exemplo, beola, em vez de bola. É possível que esses alunos estejam operando com o seguinte raciocínio: “esta palavra começa com a letra B, que tem o som de [bê], então devo ler be-o-la”. Nesse caso, as crianças estão apenas relacionando o nome da letra ao fonema que ela representa. Portanto:
Pode-se ajudá-las a abandonar essa hipótese equivocada explorando contrastes com palavras em que o fonema consonantal apareça seguido de diferentes vogais.
Pode-se ajudá-las a abandonar essa hipótese equivocada fazendo elas copiarem texto inteiros de livros.
Pode-se ajudá-las a abandonar essa hipótese equivocada, porém, deve-se evitar contrastes com palavras em que o fonema consonantal apareça seguido de diferentes vogais.
Deve-se esperar que com a prática elas percebam esses problemas por si só.