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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Nabucodonosor
O nome do rei Nabucodonosor era belo e solene e lento como um cortejo religioso. Porém o povão, para abreviar, optou por chamar simplesmente de Bubu.
É que o povo tem pressa porque a vida é curta, deslembrado de que, se passam rápidos os anos, podem ser longos os dias, as horas, os minutos. Tudo depende de como saboreá-los, degustando-os lentamente como faz um provador de vinhos. E como um vinho, a vida não deve ser bebida de um trago, senão a gente logo se embriaga e perde o precioso sabor de cada gole...
E assim também é que um poema deve ser lido: lentamente, verso a verso, passo a passo – como quem está seguindo o cortejo do rei Nabucodonosor.
(Mario Quintana, Da preguiça como método de trabalho)
Mantendo-se o sentido do texto original e atendendo-se à norma-padrão de regência verbal, a passagem – É que o povo tem pressa porque a vida é curta, deslembrado de que, se passam rápidos os anos, podem ser longos os dias, as horas, os minutos. – está corretamente reescrita em:
É que, conforme a vida é curta, o povo tem pressa, esquecendo-se que, se passam rápidos os anos, podem ser longos os dias, as horas, os minutos.
É que, contanto que a vida seja curta, o povo tem pressa, esquecendo que, se passam rápidos os anos, podem ser longos os dias, as horas, os minutos.
É que, como a vida é curta, o povo tem pressa, esquecendo-se de que, se passam rápidos os anos, podem ser longos os dias, as horas, os minutos.
É que, já que a vida é curta, o povo tem pressa, esquecendo de que, se passam rápidos os anos, podem ser longos os dias, as horas, os minutos.
É que, ainda que a vida seja curta, o povo tem pressa, esquecendo que, se passam rápidos os anos, podem ser longos os dias, as horas, os minutos.