

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Leia o texto a seguir.
“– Paguei, claro que paguei. Quem trabalha merece soldo. Acontece que quando me preparava para sair, mirei pras pernas da morocha – uns gambitos finos como rama de taleira – e disse pra ela que quando morresse me deixasse as canelas por herança.
Apparicio da Silva Rillo.
Qual alternativa é uma paráfrase do texto?
“– Paguei, claro que paguei. Quem trabalha merece soldo. Acontece que quando me preparava para sair, mirei pras pernas da china – uns braços finos como ramos de madeira – e disse pra ela que quando morresse meu deixasse as melenas por herança.
“– Paguei, claro que paguei. Quem trabalha merece remuneração. Acontece que quando me preparava para sair, mirei as pernas da moça morena – umas pernas finas como rama de taleira – e lhe disse que quando morresse deixasse para mim seus membros inferiores por herança.
“– Paguei, claro que paguei. Quem trabalha merece salário. Acontece que quando me preparava para sair, olhei pras pernas da potranca – umas canetas finas como talas de mandioca – e disse pra ela que, quando morresse, me deixasse as suas coxas por herança.
“– Paguei, evidentemente que paguei. Quem trabalha merece recompensa. Acontece que, quando me preparava para sair, mirei pras pernas da égua – umas tiras finas como cipó de caramanchão – e lhe disse que, quando juntasse os pés no caixão, me deixasse as cangalhas por herança.
“– Paguei, é óbvio que paguei. Quem trabalha merece pagamento. Ocorre que quando, ao me preparar para sair, atirei os olhos nas pernas da mulata – umas gambetas magras como manivas de aipim – e disse pra ela que, quando se despedisse da terra, deixasse para mim as pernas por herança.