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Estariam mantidas a coesão textual e a coerência do texto...

Texto CB1A1-I

O Centro de Previsão Climática da Administração Oceânica e Atmosférica (NOAA), dos Estados Unidos da América (EUA), relatou no início de junho o surgimento do El Niño, o aquecimento das águas superficiais do Pacífico equatorial acima da média histórica. As mudanças já registradas neste ano no oceano e na atmosfera tornam provável a ocorrência desse fenômeno durante o próximo inverno no hemisfério Norte (verão no Brasil). De acordo com o comunicado, a chance de um El Niño forte é de 56% e de um moderado de 84%. Talvez seja um dos mais intensos das últimas três décadas.

El Niño e La Niña, o evento inverso, de resfriamento do Pacífico, integram o mesmo fenômeno chamado El Niño Oscilação Sul (ENOS), que provoca mudanças nos padrões globais de transporte de umidade, aumentando a pluviosidade em algumas regiões e reduzindo-a em outras: o clima da Oceania e do leste e sul da África fica mais quente e seco, enquanto nos EUA o inverno é menos rigoroso. Em maio, o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) alertou sobre a formação do El Niño e os seus prováveis efeitos no Brasil até o final deste ano: temperaturas mais altas e menos chuva nas regiões Norte e Nordeste e mais chuva nas regiões Sudeste e Sul.

Sinais do próximo El Niño. In: Pesquisa Fapesp. Ed. 329, jul./2023. Internet: (com adaptações).

Estariam mantidas a coesão textual e a coerência do texto CB1A1-I caso se substituísse


A

“neste” (no segundo período do primeiro parágrafo) por desse.


B

“enquanto” (no primeiro período do segundo parágrafo) por quando.


C

“desse fenômeno” (no segundo período do primeiro parágrafo) por El Niño.


D

“De acordo com” (no terceiro período do primeiro parágrafo) por Consoante.


E

“que” (no primeiro período do segundo parágrafo) por a qual.