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Leia o fragmento a seguir.“Dvorak subiu pelo tronco seco da...

Leia o texto a seguir e responda às questões 34, 35 e 36.


São cada vez mais numerosas as vozes que se levantam contra o acordo ortográfico. Não só em Portugal, como também noutros países que falam a língua de Camões. No Brasil, por exemplo, os principais opositores do acordo citam o Manifesto em Defesa da Língua Portuguesa, Contra o Acordo Ortográfico, promovido por Vasco Graça Moura, que já conta com mais de 115 mil assinaturas. Há dias, a petição esteve na base de um artigo publicado no jornal O Globo, com o título Portugal Reage.

Quem também ataca o acordo é o jornalista e escritor Carlos Heitor Cony, membro da Academia Brasileira de Letras. “No tempo do Getúlio (Brasil) e de Salazar (Portugal) foram feitos acordos que não prevaleceram, porque, na realidade, quem faz a língua não são as academias, nem os governos. Quem faz a língua é o povo”, afirma. “Os portugueses jamais vão deixar de chamar o trem de ‘comboio’, não adianta. Em Portugal, ‘facto’ é ‘fato’, e ‘fato’ é ‘roupa’. Também temos nossas particularidades e jamais vamos chegar a um acordo”.

Leia o fragmento a seguir.


“Dvorak subiu pelo tronco seco da árvore e sentou‐se numa forquilha, com as pernas abertas. Teve necessidade de descansar, mas sabia que não podia fazê‐lo: o grupo dependia dele”.


Considerando‐se os dois termos sintáticos sublinhados, é correto afirmar que, textualmente falando,


A

os dois termos são estruturalmente necessários.


B

o primeiro termo é uma inserção do autor no texto.


C

o segundo termo é indispensável, pois a preposição é uma exigência do verbo “ter”.


D

os dois termos são dispensáveis, já que são inferidos a partir de outros termos da frase.


E

o primeiro termo tem sua existência devida ao emprego do substantivo “tronco”.