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Leia o texto para responder às questões de números 24 a 26.
Camarada, por estes calores do Estio que embotam a ponta da sagacidade, repousemos do áspero estudo da Realidade humana... Partamos para os campos do Sonho, vaguear por essas azuladas colinas românticas onde se ergue a torre abandonada do Sobrenatural, e musgos frescos recobrem as ruínas do Idealismo...
(Prólogo. Eça de Queirós. O Mandarim)
O motivo por que se emprega a vírgula em – ... onde se ergue a torre abandonada do Sobrenatural, e musgos frescos recobrem as ruínas do Idealismo... – também se aplica ao enunciado:
Havia muitas opiniões, sem dúvida, e impressões produtivas de todos os alunos, depois da leitura dos contos em sala.
Os alunos esperavam ansiosos pela leitura do conto, naquela manhã, e mantinham-se quietos para ouvi-lo.
A professora estava entusiasmada com o interesse dos alunos pelos contos machadianos, e falava, e falava, e falava.
A leitura do conto foi uma viagem no tempo aos alunos, e a professora sorveu satisfeita a magia daquele momento.
Durante as aulas, o exercício com a leitura era uma prática comum a partir de romances, poemas, rapsódias, e contos.